Como morreu Jesus?!
fevereiro 17th, 2008 por Rene
A capa da revista Isto É de 15/02 é sobre uma investigação científica acerca da morte de Cristo. O médico legista americano Frederick Zugibe, conceituado perito criminal, mostra os resultados sobre as investigações sobre o que realmente Jesus sofreu em seu calvário e quais causas científicas de sua morte. Os resultados são ao mesmo tempo fascinantes e aterrorizantes. Veja alguns trechos da reportagem:
Nunca faltaram, através dos séculos, hipóteses sobre a causa clínica de sua morte. Jesus morreu antes de ser suspenso na cruz? Morreu no momento em que lhe cravaram uma lança no coração? Morreu de infarto? O médico legista Zugibe é categórico em responder “não”. E atesta a causa mortis: Jesus morreu de parada cardiorrespiratória decorrente de hemorragia e perda de fluidos corpóreos (choque hipovolêmico), isso combinado com choque traumático decorrente dos castigos físicos a ele infligidos.
Relatos bíblicos revelam que nesse momento “o seu suor se transformou em gotas de sangue que caíram ao chão”. A descrição (feita pelo apóstolo Lucas, que era médico) condiz, segundo o legista, com o fenômeno da hematidrose, raro na literatura médica, mas que pode ocorrer em indivíduos que estão sob forte stress mental, medo e sensação de pânico. As veias das glândulas sudoríparas se comprimem e depois se rompem, e o sangue mistura-se então ao suor que é expelido pelo corpo.
Fala-se sempre das dores físicas de Jesus, mas o seu tormento e sofrimento mental, segundo o autor, não costumam ser lembrados e reconhecidos pelos cristãos: “Ele foi vítima de extrema angústia mental e isso drenou e debilitou a sua força física até a exaustão total.”
Ao final do açoite, uma coroa de espinhos foi cravada na cabeça de Jesus, causando sangramento no couro cabeludo, na face e na cabeça. Também nesse ponto do calvário, no entanto, interessa a explicação pela necropsia. O que essa coroa provocou no organismo de Cristo? Os espinhos atingiram ramos de nervos que provocam dores lancinantes quando são irritados. A medicina explica: é o caso do nervo trigêmeo, na parte frontal do crânio, e do grande ramo occipital, na parte de trás. As dores do trigêmeo são descritas como as mais difíceis de suportar – e há casos nos quais nem a morfina consegue amenizá-las.
Leia aqui a notícia completa.
Agora, pare e pense. Essa notícia nos traz o quanto Jesus realmente sofreu por nós. Não foi nada poético, nada litúrgico. Foi sofrimento mesmo, real. E Jesus, um corpo de homem igual ao seu e ao meu, passou por tudo isso porque Ele sabia que era a maneira de termos redenção. Imagine uma mãe, como qualquer outra hoje em dia, passando humilhações no trabalho, mas sem poder pedir demissão, porque tem dois filhos em casa esperando para que ela leve comida e as alimente; assim ela persiste no trabalho, sendo humilhada, por não querer deixar os filhos passarem necessidade. Uma cena de sofrimento por amor comum. Eleve esse sofrimento milhares de vezes e encontraremos Jesus Cristo, não fugindo da cruz, suportando toda humilhação porque Ele tinha toda a humanidade como responsabilidade sobre suas costas. Sim, Ele suportou tudo isso por amor a nós.
Olhemos para esse sofrimento. Vamos honrar o sofrimento de Cristo na Cruz e mostrar, através de nossas vidas, que não foi em vão.
Postado em domingo, fevereiro 17th, 2008 at 10:44 am e salvo na categoria Estudos. Você pode obter quaisquer respostas do post através de RSS 2.0 RSS. Você pode deixar um comentário, ou rastreá-lo a partir do seu site.
