Notícia comentada [46]
agosto 19th, 2008 por René Vasconcelos
Uma praia onde ninguém usa biquíni
Dominada por uma igreja evangélica há mais de mais de 70 anos, a praia do Provetá, em Ilha Grande, litoral do Rio de Janeiro, permanece intolerante aos trajes de banho. Mas os moradores mais jovens querem mudar essa história – há até uma garota que sonha seguir carreira de modelo.
É difícil imaginar uma praia paradisíaca onde as pessoas não vestem biquíni, maiô ou suga para se banhar no mar. Em Provetá, na Ilha Grande, litoral do Rio de Janeiro, é assim. Ninguém usa traje de banho, é proibido ingerir bebidas alcoólicas, fumar cigarro ou freqüentar bailes. À noite e nos finais de semana, o lazer se resume aos cultos na igreja evangélica Assembléia de Deus. Ali os moradores aprenderam a viver sem as marchinhas de carnaval e as noitadas em bares. A praia é a segunda mais populosa da ilha, com 3.000 moradores, dos quais 80% evangélicos. A tradição evangélica é passada de pai para filhos há mais de 70 anos.
Em Provetá as pessoas só entram no mar de roupa e o único bar que funciona na praia é vigiado pela comunidade evangélica. Esse também é um dos motivos pelos quais poucos turistas se aventuram por aquelas paisagens. A sobrevivência da comunidade vem da pescaria de sardinhas e das mãos firmes do pastor Eliseu Benedito Martins, de 63 anos, nascido ali mesmo. Até a década de 1990, ele proibia que os moradores assistissem à TV. A intransigência acabou expulsando muitos jovens da igreja – e o pastor Eliseu passou a rever suas regras. Hoje, além de perder fiéis para as tentações que existem além da praia, ele tem perdido parte do rebanho para outra igreja, a Congregação Cristã, que também ergueu seu templo em Provetá.
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Não vou ficar aqui criticando costumes e crentices; cada um vive da maneira como acha correta, desde que não contrarie a Bíblia. O grande problema - e isso é um problemão - é como esse povo ensina costumes aos filhos. É ensinando com sabedoria, mostrando os porquês ou simplesmente impondo? Acho que vocês já sabem a resposta. Essa imposição gera no jovem uma pontinha de vontade de saber, de conhecer, como é a vida sem essa capa, literalmente, de costume. E o que eles serão amanhã? Cristãos instruídos? Cristãos impositores? Ou jovens decepcionados com a igreja? No final, você decide.
E para não perder o post, fica a ilustração acima - fictícia, claro - da Miss Garota de Provetá, em seu inspirador banho matinal.
Postado em terça-feira, agosto 19th, 2008 at 5:38 am e salvo na categoria Crentices, Notícias. Você pode obter quaisquer respostas do post através de RSS 2.0 RSS. Você pode deixar um comentário, ou rastreá-lo a partir do seu site.
agosto 20th, 2008 em 1:14 am
Bom, finalmente um lugar que eu gostaria de ver, uma praia onde se vai de roupa e não com traje de banho, que eu acho um absurdo.
Não me sentiria nenhum pouco estranho em tal lugar. Até me sentiria bem melhor.
Me sentiria no verdadeiro paraíso.
Bem, que em todas as praias e piscinas em vez de se usar traje de banho, poderia se usar roupa normal.
Em tal praia me sentiria em casa, já que viria pessoas entrando no mar com roupa e não com traje de banho, que eu acho ridículo.
Finalmente, alguma boa notícia e algum bom local para se viver em meio a toda essa tempestade de praias onde só se vê mulheres e homens mostrando o corpo de fora, coisa essa que deveria envergonhar a qualquer um.
Bom. Vou ficando por aqui. E, que a tal regra rígida lá se mantenha, e que não caiam nesses modismos dos tempos modernos.
agosto 21st, 2008 em 11:13 am
Ir à praia com roupa de banho, não é modismo, é bom senso e o que acontece no caso descrito acima é contra-senso!!! Pelo amor de Deus, ao menos o chamado short deveria ser usado!!!
Cá entre nós muito crente junto não presta. Crente foi feito na condição de luz para brilhar para o mundo que está em trevas, ao invés de se enclausurar em uma ilha, e fundar uma comunidade só de crentes.
A notícia e o comentário do irmão acima me obrigam a ser conclusivo e taxativo. Qualquer tentativa de intituir o Paraíso celestial, sem a iontervenção divina é nulo!!! Quer viver no paraíso irmão ore para que a vinda de Cristo se apresse, ou para que vc vá, mas não use supostos costumes para impor este e trasnformar a vida dos outros em um inferno. Porque é isto que fazemos quando impomos nosso modo de vida aos demais.
René post alguma informação sobre os essênios e sua vivência ascética. Creio que será de grande utilidade que estas e outras formas de vida monástica sejam analisadas de forma crítica, a fim de instrução.
A TODOS, UM FRATERNO ABRAÇO EM CRISTO!!!!!
agosto 21st, 2008 em 7:25 pm
Bom. O que o caro irmão Marcelo Medeiros disse acima, me obriga a dar uma resposta ao tal.
Bom. Ele disse: “Qualquer tentativa de intituir o Paraíso celestial, sem a iontervenção divina é nulo!!! Quer viver no paraíso irmão ore para que a vinda de Cristo se apresse, ou para que vc vá”.
Bom. Respondendo a tal coisa, eu não falei de instituir o Paraíso Celestial, mas o que disse foi o seguinte: “Não me sentiria nenhum pouco estranho em tal lugar. Até me sentiria bem melhor.
Me sentiria no verdadeiro paraíso.”
Bom. Aonde Marcelo Medeiros não se sentir nenhum pouco estranho em tal lugar, mas se sentir num verdadeiro paraíso é querer instituir o Paraíso Celestial sem a intervenção divina?
Pelo que bem sei, se sentir é uma coisa, e instituir é outra coisa bem diferente. Têm pessoas que numa ilha se sentem num paraíso. Por acaso, só o fato de se sentirem num paraíso é instituir o Paraíso Celestial sem a intervenção divina? Eu acho melhor buscar num dicionário o significado das palavras sentir e instituir, para não ficar dando interpretações erradas pro verbo sentir.
Marcelo Medeiros disse: “Ir à praia com roupa de banho, não é modismo, é bom senso e o que acontece no caso descrito acima é contra-senso!!!”
Bom. Se não é modismo, então me responda a essas perguntas: Bem sabemos que essas roupas chamadas roupas de banho surgiram na metade do século 20 ou bem próximo a metade do século 20, e antes disso as pessoas iam a praia sem essas roupas de banho: Por acaso, uma coisa que só surgiu no século 20 não é modismo? Por acaso pessoas que antigamente, quando nem existiam tais roupas de banho, não tinham bom senso? Por acaso eram pessoas insensatas as pessoas que viviam antes dessas pessoas sensatas da metade do século 20 em diante? Então só há umas poucas décadas temos tido pessoas sensatas?
Marcelo Medeiros disse: “mas não use supostos costumes para impor este e trasnformar a vida dos outros em um inferno. Porque é isto que fazemos quando impomos nosso modo de vida aos demais.”
Bom. Vamos ao que eu disse para esclarecer esse caro irmão que deveria ter analisado melhor o que eu disse.
Eu disse o seguinte: “Bem, que em todas as praias e piscinas em vez de se usar traje de banho, poderia se usar roupa normal.”
Bom. Aonde desejar que em todas as praias e piscinas em vez de se usar traje de banho, poderia se usar roupa normal é querer impor costumes e transformar as vidas das pessoas num inferno? Aonde? Esse meu bem que em todas as praias e piscinas em vez de se usar trajes de banho, poderia se usar roupa normal, é um desejo. Por acaso não se pode desejar isso, meu caro Marcelo Medeiros? Ou será que agora se deve seguir a agenda politicamente correta dos tempos atuais, essa ditadura, aonde não se pode ser diferente se esse ser diferente for contra o politicamente correto dos dias atuais?
Eu disse também: “E, que a tal regra rígida lá se mantenha, e que não caiam nesses modismos dos tempos modernos.”
Oras, oras, oras, nesses dias que se falam tanto em se preservar a cultura não se pode nem se falar que a tal regra rígida lá se mantenha, pois com certeza o pessoal liberal dos dias atuais já vem falando que isso é impor costumesm que isso é tornar a vida das pessoas num inferno. Parece que nem se pode mais pensar diferente.
E, o Marcelo Medeiros, também disse: “Pelo amor de Deus, ao menos o chamado short deveria ser usado!!!”
Bom. Caro Marcelo, será que você ao dizer: “Pelo amor de Deus, ao menos o chamado short deveria ser usado!!!” não está se contradizendo a si próprio e querendo impor costumes e tornar a vida daquelas vidas num inferno? Pense bem, antes de escrever certas coisas.
Bom. Não posso deixar de comentar o seguinte que você disse: “Cá entre nós muito crente junto não presta. Crente foi feito na condição de luz para brilhar para o mundo que está em trevas, ao invés de se enclausurar em uma ilha, e fundar uma comunidade só de crentes.”
Bom. Aonde muito crente junto não presta? Então se muito crente junto não presta, te pergunto: Você não vai a Igreja? Se sim. Por que você vai se muito crente junto não presta? E no céu não vai ter muito crente junto? Se sim, já que a nossa pátria esta no céu, então o céu não presta já que aonde há muito crente junto não presta. Com certeza você há de discordar, mas se se levar a sério o que tu dissestes essa é a conclusão e o resultado de tal tipo de argumentação. Então se muito crente junto não presta, então nem se deve ir a Igreja, pois lá há muito crente junto, e não se deve também evangelizar e querer ganhar o Brasil pra Cristo, pois senão no Brasil vai ter muito crente junto, e não vai prestar. Bom, caro Marcelo Medeiros, essa sua afirmação de muito crente junto não presta, me pareceu uma declaração muito feliz.
Bom. Quanto a esta sua afirmação: “Crente foi feito na condição de luz para brilhar para o mundo que está em trevas, ao invés de se enclausurar em uma ilha”, eu concordo, pois devemos sermos a luz do mundo e o Sal da terra, e devemos anunciar o Santo Evangelho do Senhor Jesus aos que estão perdidos. Mas, não discordo e não sou contra que queira morar numa ilha, Eu até mesmo gostaria de morar numa ilha e bem longe dessa sociedade atual para ficar um pouco mais sossegado.
Bom. E quanto ao que você disse: “e fundar uma comunidade só de crentes”, não sou contra que se alguém quiser fundar uma comunidade só de crentes, que se funde desde que haja liberdade para sair dali quando não quiser mais viver ali.
Bom. Caro Marcelo Medeiros espero que você leia todo esse meu post com paciência e tranqüilidade e releia quantas vezes forem necessárias até entender.
E pense bem sobre este questionamento que te faço: Será que ao dizer “Ir à praia com roupa de banho, não é modismo, é bom senso e o que acontece no caso descrito acima é contra-senso!!! Pelo amor de Deus, ao menos o chamado short deveria ser usado!!!” você não está querendo impor seus próprios costumes ao povo de tal praia e não querendo transformar a vida de tais pessoas num inferno?
Bom. Reflita bem, pois a mesma acusação que tu podes fazer contra mim pode ser usada contra ti. E espero que a resposta ao meu questionamento seja não.
Bom ainda falta uma coisa. Eu disse: “Finalmente, alguma boa notícia e algum bom local para se viver em meio a toda essa tempestade de praias onde só se vê mulheres e homens mostrando o corpo de fora, coisa essa que deveria envergonhar a qualquer um.”
Oras, eu não posso achar tal notícia uma boa notícia? Eu não posso considerar essas praias onde só se vê mulheres e homens usando esses trajes de banho como sendo uma tempestade como sendo vergonha, e como sendo coisa que deveria envergonhar a qualquer um? E, por acaso, aonde isto é querer impor costume e tornar um inferno a vida das pessoas? Por acaso não posso pensar mais diferente da sociedade atual e preferir que as coisas sejam como antigamente? E antigamente tais coisas não eram consideradas vergonhas? Se sim, por que eu não posso pensar o mesmo? Por acaso há alguma lei proibindo o pensar diferente dos dias atuais e preferir as coisas como eram antes? Se houver, lamento muito, pois se há estamos numa ditadura.
Mas, pelo visto, hoje em dia não se pode pensar, não se pode querer que tudo seja diferente do que a sociedade é, não se pode mais considerar certas coisas vergonhosasm e nem mesmo educadamente expressar o que expressei no post acima, pois senão lá vem o pessoal moderninho, dizendo que isso é impor costumes, que isso é tornar a vida das pessoas num inferno.
Bom, lamento muito quanto a isto, mas não deixarei de dar minhas opiniões mesmo que venha um exército contra mim, mesmo que eu seja o único que pensa diferente, mesmo que com isto até me ameacem, e sabe por que? Porque eu ainda tenho cabeça.
Bom. Vou parando por aqui, pois senão este comentário vai ficar mais longo do que já esta.
agosto 21st, 2008 em 7:41 pm
Bom. Fazendo uma correção e urgente, pois não tinha percebido o erro.
Aonde se lê: “Bom, caro Marcelo Medeiros, essa sua afirmação de muito crente junto não presta, me pareceu uma declaração muito feliz.”, a forma correta seria esta: “. Bom, caro Marcelo Medeiros, essa sua afirmação de muito crente junto não presta, me pareceu uma declaração muito infeliz.”
Desculpem-me por escrever mais esse post, mas é só para fazer uma correção.
agosto 23rd, 2008 em 8:58 am
Carlos, se você se sentiria num paraíso, pelo simples fato de estar em um lugar onde as pessoas se comportam como na postagem acima. Tudo Bem.
O problema é o seguinte:
E que paraíso seria este? E mais embora instituir e sentir, sejam palavras diferentes, e conheçamos a dieferença, vale lembrar que ao afirmar “me sentiria em um paraíso”, vc está projetando, sim, uma idéia a respeito do que seja um paraíso. E quando pessoas que pensam como vc impoem esta visão paradisíaca aos demais para salvaguardar o seu Édem particular, estão instituindo um paraíso terreno sim.
E mais meu amigo dentro da própria análise que tu fizeste, o que não é modismo?
Você mesmo colocou em sua postagem que os trajes de banho surgiram, na metade do século 20.
Ora caríssimo, qual é o traje que não tem origens históricas? qual é a veste que simplismente desceu pronta do céu? Leia os MAUNUAL DOS TEMPOS E COSTUMES BÍBLICOS e verás que durate o período bíblico, por exemplo que a vestimenta usada por homens e mulheres era parecida com uma saia. Ao que pergunto vamos voltar a usar tais vestimentas? A calça que usas também tem história, ao que pergunto, Pedro, Tiago e os demais, que ao contrário de vc não usavam calças, e quando passavem pela praia etavam menos vestidos do que vc (os seus vestidos normalmente iam ate o joelho, he, he, he, he, he) eram insensatos? Mais um pergunta a calça, o computador que vc usa são modismos? E a Bíblia de Estudo, lembre-se que excessão a de Estudo Scoffield (que é do último quarto do s´[eculo 19), a maioria surgiu no último quarto do século passado.
Sobre a minha afirmação de que muito crente junto não presta, solicito ao irmão que tenha maior sutileza ao ler o post. Nele eu coloco que o lugar do cristão é em meio ao mundo tenebroso. É neste que o testemunho pessoal do cristão tem o seu valor. Se te desagrada, sinto muito, mas sou contra qualquer tipo de clausura. E ao meu ver uma ilha só de crente é uma espécie de monastério.
E mais não existe ir à Igreja, mas entendi que você quis dizer templo. A Igreja é a comunidade dos fiéis, é o ajuntamento. Todo e qualquer ajuntamento de crente é bom desde que feito em nome de Jesus e com vistas à edificação. Desde que permeado daquela vida comunal que é descrita por Lucas em At 2. 42 - 47; 4. 32, 34; 9. 31. Do momento em que passa a ser por mero costume e tradição, não presta não. Mas cabe esclarecer que para viver esta vida não há necessidade alguma das pessoas se encalusurarem em uma ilha e nesta ditarem os costumes e as leis locais (SEM JULGAMENTOS À COMUNIDADE EM APREÇO, APENAS EXPONDO UMA OPNIÃO).
OUTRA QUESTÃO QUE PRECISA FICAR CLARA CARLÍSSIMO CARLOS, É QUE NEM SEMPRE AS IGREJAS (FALO AGORA DE INSTITUIÇÕES E TEMPLOS NOS QUAIS SE CULTUA) SÃO REFLEXO DO QUE ESTÁ ESCRITO EM: At 2. 42 - 47; 4. 32, 34; 9. 31. Ao pérderem estas características elas se tornam como o sal sem sabor, para nada mais presta além de ser lançado fora e pisado pelos homens.
Todavia, convém ressaltar que ao contrário do que afirmas (ou supõe), não quero impor minha visão a ninguém. Nestes aspectos nos quais a Bíblia se cal, o meu hábito irmão, é o de silenciar. Deixo o bom senso falar. Ao meu ver, ir à praia como a nossa miss está é no mínimo um contra-senso semelhante ao de correr, ou fazer caminhada de calça, e blaser. Mas tenho amigos que caminham de calça social, pasme irmão!!!! e são meus amigos e irmãos em Cristo. Nosso costme diferenciado e nossa visão, às vezes antagônica não nos impede de termos comunhão uns com os outros. Pergunto: isto seria possível caso quisesse impor minha visão? Confiante na tua capacidade reflexiva deixo a vc a resposta deste questionamento.
Sobre o julgar, querido irmão. no mesmo lugar onde está escrito não julgueis, está escrito acautelai-vos dos que (…). Não tenho hábito de impor meus hábitos a ninguém, mas convivo com pessoas que pensam de modo análogo ao teu, e que querem impor sua visão a mim.
Minha questão contigo irmão não é pessoal, e nem pode ser, visto que não nos conhecemos, mas é ideológica. Conheço este papo de a tudo chamar de modismo.
Que a paz de Deus seja o árbitro neste nosso debate. UM abraço!!!!!
agosto 24th, 2008 em 3:53 am
Bom, Caro Marcelo Medeiros, li todo a sua resposta a mim, e espero que tenha a paciência de ler todo a minha resposta ao que dissestes.
Deixo aqui bem claro que não tenho nada contra ti, mas espero manter esse nosso debate no campo das idéias, de forma saudável e ética como têm sido até agora.
Bom. Deixo comentar sobre o seguinte que você disse:
“O problema é o seguinte:
E que paraíso seria este? E mais embora instituir e sentir, sejam palavras diferentes, e conheçamos a dieferença, vale lembrar que ao afirmar “me sentiria em um paraíso”, vc está projetando, sim, uma idéia a respeito do que seja um paraíso. E quando pessoas que pensam como vc impoem esta visão paradisíaca aos demais para salvaguardar o seu Édem particular, estão instituindo um paraíso terreno sim.”
Bom, caro Marcelo Medeiros, quero comentar primeiramente o seguinte: “E quando pessoas que pensam como vc impoem esta visão paradisíaca aos demais para salvaguardar o seu Édem particular, estão instituindo um paraíso terreno sim.” Bom, Marcelo Medeiros no seu post anterior você falou: “Qualquer tentativa de intituir o Paraíso celestial“ E, eu comentei sobre tal frase. Agora você vêm com essa de que estão instituindo um paraíso terreno sim. Agora a acusação não é mais de instituir o Paraíso Celestial mas o Paraíso Terreno? Agora, me responda uma coisa: É o Paraíso Celestial ou o Paraíso Terreno de que tu estás a me acusar de querer instituir? Bom, independente de qual seja de que você fala, pois uma hora é Paraíso Celestial e outra hora é Paraíso Terreno, e vamos ver qual vai ser o próximo paraíso, se vai ser o Paraíso Aquático ou o Paraíso Galático, deixo lhe responder: Em primeiro lugar quero deixar-lhe bem claro que não estou impondo minha visão. Se fosse para mim impor minha visão nem estaria aqui discutindo com você. Agora se outras pessoas impõem sua visão sobre os demais não tenho nada a ver com as tais, pois nem as conheço. E, oras, então se sentir num paraíso ou achar um lindo lugar maravilhoso como sendo um paraíso é instituir o paraíso? Então o que se dirá de muitos que vão a praias e locais ditos turísticos e que declaram que tal lugar é um paraíso, então as tais estão instituindo um paraíso terreno, o seu Éden particular? Por acaso, desde quando achar um certo local um Paraíso é instituir um Paraíso Terreno?
E aproveitando, deixo comentar o seguinte: “ E mais embora instituir e sentir, sejam palavras diferentes, e conheçamos a dieferença, vale lembrar que ao afirmar “me sentiria em um paraíso”, vc está projetando, sim, uma idéia a respeito do que seja um paraíso”. Oras, desde quando se sentir é projetar uma idéia a respeito do que seja paraíso? E, se for, te faço outra pergunta: Então sendo que é quem aqui na terra nunca projetou tal coisa? Ou por acaso é errado projetar? E, projetar, se isto que você disse for verdade, por acaso, desde quando é querer impor sua visão particular ou querer instituir o paraíso terreno? Pois agora de Paraíso Celestial virou Paraíso terreno, o que muito me surpreendeu.
Bom. Você caro Marcelo Medeiros, disse o seguinte: “Você mesmo colocou em sua postagem que os trajes de banho surgiram, na metade do século 20.
Ora caríssimo, qual é o traje que não tem origens históricas? qual é a veste que simplismente desceu pronta do céu? Leia os MAUNUAL DOS TEMPOS E COSTUMES BÍBLICOS e verás que durate o período bíblico, por exemplo que a vestimenta usada por homens e mulheres era parecida com uma saia. Ao que pergunto vamos voltar a usar tais vestimentas? A calça que usas também tem história, ao que pergunto, Pedro, Tiago e os demais, que ao contrário de vc não usavam calças, e quando passavem pela praia etavam menos vestidos do que vc (os seus vestidos normalmente iam ate o joelho, he, he, he, he, he) eram insensatos? Mais um pergunta a calça, o computador que vc usa são modismos? E a Bíblia de Estudo, lembre-se que excessão a de Estudo Scoffield (que é do último quarto do s´[eculo 19), a maioria surgiu no último quarto do século passado. “
Bom. As roupas podem terem origens históricas, e você mesmo reconhece que tais trajes de banho surgiram no século vinte. Bom. E quanto ao que você disse: “Ora caríssimo, qual é o traje que não tem origens históricas? qual é a veste que simplismente desceu pronta do céu? Leia os MAUNUAL DOS TEMPOS E COSTUMES BÍBLICOS e verás que durate o período bíblico, por exemplo que a vestimenta usada por homens e mulheres era parecida com uma saia.”
A questão caro Marcelo Medeiros não é se roupa desceu ou não pronta dos céus, pois nenhuma roupa desceu dos céus. Se formos levarmos a este tipo de questão vamos desvirtuar todo esse debate. E, também não é meu objetivo ficar debatendo se tais roupas tiveram ou não origens históricas. Se eu citei que surgiram na metade do século 20 não foi para ficar debatendo sobre raízes históricas; Mas você leu o que estava escrito a frente e anteriormente para entender a razão?
Bom. Vamos aos fatos: Você postou no seu primeiro post que o que acontecia no caso descrito era um contra-senso. E isto está correto? Ok?
Então, o fato de eu ter citado que tais trajes de banho surgiram no século vinte não foi só para classificar como modismo, mas também para mostrar a ti que se no caso descrito era um contra-senso, então os que viveram antes de Jesus Cristo, que não tinham trajes de banho, o que no caso citado pode se incluir os personagens bíblicos citados por ti e muitos outros, se os tais também eram insensatos, e se só existem pessoas sensatas há poucas décadas. Oras, se no caso descrito a que você se refere o que acontece é um contra-senso, o que fica bem explícito ao você no primeiro post dizer ser “contra-senso”, então Pedro, Tiago e outros personagens bíblicos que ao irem a praia sem os trajes de banho, que você tanto defende eram insensatos?
Oras, Marcelo Medeiros, o que têm a ver com essa discussão, o seguinte: “E a Bíblia de Estudo, lembre-se que excessão a de Estudo Scoffield (que é do último quarto do s´[eculo 19), a maioria surgiu no último quarto do século passado.”? Por acaso eu falei alguma vez de Bíblia, ou de Bíblias antigas ou novas? Se quiser discutir sobre Bíblia, sobre tal coisa que você disse, me diga se participa de algum fórum ou algum Blog, Mas, não estou nenhum pouco interessado agora a ficar discutindo sobre quando surgiu a maior parte das atuais versões da Bíblia., pois não é esse o assunto a se tratar agora aqui.
Marcelo Medeiros disse: “Sobre a minha afirmação de que muito crente junto não presta, solicito ao irmão que tenha maior sutileza ao ler o post. Nele eu coloco que o lugar do cristão é em meio ao mundo tenebroso. É neste que o testemunho pessoal do cristão tem o seu valor. Se te desagrada, sinto muito, mas sou contra qualquer tipo de clausura. E ao meu ver uma ilha só de crente é uma espécie de monastério.”
Bom. Marcelo Medeiros quanto a sua afirmação de que muito crente junto não presta já falei no meu post anterior, entre outras coisas, que se muito crente junto não presta que nem se deve ir a Igreja, pois lá têm muito crente junto, e terminando o meu comentário sobre esse “muito crente junto não presta” escrevi o seguinte: “Bom, caro Marcelo Medeiros, essa sua afirmação de muito crente junto não presta, me pareceu uma declaração muito infeliz.” Qualquer dúvida leia o post em que fiz tal correção. E continuo a afirmar que essa sua declaração de que muito crente junto não presta foi muito infeliz. Tu deverias ao ter dito isto no seu post anterior ter explicado detalhadamente o que você quis dizer com muito crente não presta, como nesse seu post, você disse: “Do momento em que passa a ser por mero costume e tradição, não presta não.” Mas, da forma como você disse no seu post anterior qualquer um pode entender da forma que eu entendi, pois não fica nenhum pouco claro o que você está querendo dizer.
Marcelo Medeiros disse: “ Nele eu coloco que o lugar do cristão é em meio ao mundo tenebroso. É neste que o testemunho pessoal do cristão tem o seu valor.”
Bom, Marcelo Medeiros, quanto a esta parte, quero te deixar claro o que já disse, que é o seguinte: “Bom. Quanto a esta sua afirmação: “Crente foi feito na condição de luz para brilhar para o mundo que está em trevas, ao invés de se enclausurar em uma ilha”, eu concordo, pois devemos sermos a luz do mundo e o Sal da terra, e devemos anunciar o Santo Evangelho do Senhor Jesus aos que estão perdidos.” Portanto, concordo contigo, que devemos estarmos no mundo, e portanto, não vou ficar comentando sobre isso.
Bom, Marcelo Medeiros, você disse: “Se te desagrada, sinto muito, mas sou contra qualquer tipo de clausura. E ao meu ver uma ilha só de crente é uma espécie de monastério.”
Bom quero te fazer uma pergunta, agora e espero uma resposta tua: Então, suponhamos que houvesse um País nesta terra aonde só houvesse crentes, e não houvesse nenhum de nenhuma outra religião, pois todos já haviam se convertido a Cristo: por acaso tal país seria um Monastério? Que eu saiba monastérios só permitem a clausura de pessoas de um mesmo sexo e não existe monastério onde homens e mulheres convivam juntos e muito menos monastérios aonde se permita que casais vivam ali. E que eu saiba monastérios são murados, fechados e não se permite a entrada de pessoas estranhas, e muito menos em nonastérios é permitido sair a qualquer hora, sem que o Chefe do Monastério dê a permissão.
Bom, caro Marcelo Medeiros, não estou falando de clausura. Cada um deve ser livre. Se uma pessoa quiser viver numa ilha deserta, ou num local bem longe da sociedade, de forma sossegada e tranqüila, não é nenhum mal ou problema. Deve ser livre para isso. E não julgaria tal pessoa que assim pense, e nem diria que isso seria clausura, E, as vezes a clausura pode ser, caro Marcelo Medeiros vivendo no meio das próprias pessoas. Uma pessoa pode estar numa festa, no meio do povo, e estar numa verdadeira clausura.ç E, outra pode estar em sua própria casa, num quarto, ou num lugar isolado e estar livre. Não quero com isto relativizar as coisas, mas há pessoas que sentem enclausuradas no meio de muita gente e outras que se sentem livres num local isolado. E, portanto, pode-se até mesmo uma cidade ser uma clausura para as pessoas por mais que convivam com inúmeras outras pessoas, e por mais que a olhos de muitos nem se pareça que está numa clausura.
Marcelo Medeiros disse: “E mais não existe ir à Igreja, mas entendi que você quis dizer templo. A Igreja é a comunidade dos fiéis, é o ajuntamento. Todo e qualquer ajuntamento de crente é bom desde que feito em nome de Jesus e com vistas à edificação. Desde que permeado daquela vida comunal que é descrita por Lucas em At 2. 42 - 47; 4. 32, 34; 9. 31. “
Bom. Agradeço-te que você entendeu com o meu ir a Igreja o ir ao Templo, pois pela força do hábito e do costume que advém de nossas famílias e daonde vivemos ainda temos esse costume de dizer ir a Igreja quando se refere ao Templo. E, concordo contigo quanto ao que você disse: “A Igreja é a comunidade dos fiéis, é o ajuntamento. Todo e qualquer ajuntamento de crente é bom desde que feito em nome de Jesus e com vistas à edificação. Desde que permeado daquela vida comunal que é descrita por Lucas em At 2. 42 - 47; 4. 32, 34; 9. 31”, e que Deus nos abençoe para que tenhamos aquela mesma vida de Comunidade como havia no Tempo dos Apóstolos. Portanto, não tenho muito o que comentar quanto a isto.
Bom, e quanto ao que você disse: “Mas cabe esclarecer que para viver esta vida não há necessidade alguma das pessoas se encalusurarem em uma ilha e nesta ditarem os costumes e as leis locais (SEM JULGAMENTOS À COMUNIDADE EM APREÇO, APENAS EXPONDO UMA OPNIÃO).
OUTRA QUESTÃO QUE PRECISA FICAR CLARA CARLÍSSIMO CARLOS, É QUE NEM SEMPRE AS IGREJAS (FALO AGORA DE INSTITUIÇÕES E TEMPLOS NOS QUAIS SE CULTUA) SÃO REFLEXO DO QUE ESTÁ ESCRITO EM: At 2. 42 - 47; 4. 32, 34; 9. 31. Ao pérderem estas características elas se tornam como o sal sem sabor, para nada mais presta além de ser lançado fora e pisado pelos homens.”
Bom. Quanto concordo que para viver essa vida comunal não há necessidade de se enclausurar numa ilha e serem ditados os costumes e as leis locais. Mas, só quero deixar bem claro o seguinte quanto a isto: Não creio que no caso descrito acima seja uma espécie de clausura.
E concordo com você quando diz: “ OUTRA QUESTÃO QUE PRECISA FICAR CLARA CARLÍSSIMO CARLOS, É QUE NEM SEMPRE AS IGREJAS (FALO AGORA DE INSTITUIÇÕES E TEMPLOS NOS QUAIS SE CULTUA) SÃO REFLEXO DO QUE ESTÁ ESCRITO EM: At 2. 42 - 47; 4. 32, 34; 9. 31”, pois a Igreja como Instituição aqui na terra, muitas vezes, por causa de seus líderes, se entrega a modismos religiosos e falsos ensinos,
Bom, Marcelo Medeiros, você disse: “Todavia, convém ressaltar que ao contrário do que afirmas (ou supõe), não quero impor minha visão a ninguém. Nestes aspectos nos quais a Bíblia se cal, o meu hábito irmão, é o de silenciar. Deixo o bom senso falar. Ao meu ver, ir à praia como a nossa miss está é no mínimo um contra-senso semelhante ao de correr, ou fazer caminhada de calça, e blaser. Mas tenho amigos que caminham de calça social, pasme irmão!!!! e são meus amigos e irmãos em Cristo. Nosso costme diferenciado e nossa visão, às vezes antagônica não nos impede de termos comunhão uns com os outros. Pergunto: isto seria possível caso quisesse impor minha visão? Confiante na tua capacidade reflexiva deixo a vc a resposta deste questionamento.?
Bom. Se você não quer impor sua visão, então tá bom.
Mas, bom irmão Marcelo Medeiros, não vejo nenhum contra-senso em se ir a praia de roupa, sem os trajes de banho. Eu só não vou a praia e as piscinas justamente por que têm essa regra absurda e impositiva de que se deve ir de traje de banho. Não me sentiria nada agradável em entrar numa piscina com o chamado traje de banho. E quanto a ir fazer caminhada ou correr de calça ou de blaser não sou nenhum pouco contra enm considero contra-senso, e não é nenhum contra-senso. E, deve-se lembrar que antigamente, e isto falo me referindo a estes últimos séculos do segundo milênio depois de Cristo, pessoas faziam caminhada e até corriam de calça social, como estes teus amigos que tu relatastes. Por acaso não tinham bom senso? E, acho lamentável que hoje em dia, o fazer caminhada de calça social ou entrar numa piscina ou ir a uma praia com roupa normal seja considerado contra-senso. É necessário mudanças, mesmo! Só espero um dia em que essa mentalidade de que ir a praia com roupas é contra-senso seja definitivamente eliminada da cabeça das pessoas e de que achar algo estranho, espantoso ou perplexo que se caminhe ou corra com calça social e blazer seja realmente eliminado da cabeça das pessoas, e que todos entendam que o fazer caminhada e correr de calça social e o ir a praia e a piscina de roupa é algo absolutamente normal e nem um pouco anormal.
“Sobre o julgar, querido irmão. no mesmo lugar onde está escrito não julgueis, está escrito acautelai-vos dos que (…). Não tenho hábito de impor meus hábitos a ninguém, mas convivo com pessoas que pensam de modo análogo ao teu, e que querem impor sua visão a mim.”
Bom, Marcelo Medeiros nem falei sobre julgar em nenhum dos meus posts. Mas, já que falou concordo que no mesmo lugar onde está escrito para não julgar está escrito para se acautelar dos falsos profetas. Mas, também no mesmo texto fala que pelos seus frutos os conheceremos. E não vou me alongar sobre isto, Mas, vê se para com essa mania de ficar dizendo: “mas convivo com pessoas que pensam de modo análogo ao teu, e que querem impor sua visão a mim”, pois você deve ser inteligente, e se é inteligente,, use argumentos melhores que esse. Seja um pouco diferente das pessoas atuais. Se uma pessoa diz uma coisa com que a maioria não concorda, logo já dizem; “Este sempre ganha tudo”, ou senão: “lá vêm o dono da verdade”, e outras frases de efeito iguais. Fique bem claro que você não citou essas duas frases de efeito que eu citei, mas o que vejo é que você, assim como a maioria, em vez de buscarem melhores argumentos sobre um assunto, ou de dizerem algo novo, sempre vem com a mesma frase de efeito. Será que você não têm argumentos para ficar sempre dizendo “impor a sua visão a mim”, ou “querer impor a sua visão aos outros”, ou outras correlatas?
Marcelo Medeiros disse: “Minha questão contigo irmão não é pessoal, e nem pode ser, visto que não nos conhecemos, mas é ideológica. Conheço este papo de a tudo chamar de modismo.”
Bom, Marcelo Medeiros concordo contigo que esta questão não é pessoal e nem pode ser, e eu nem quero que seja, mas é realmente ideológica. E parafraseando um pouco a você, quero te dizer: Conheço a este papo de a tudo dizer que é impor a sua visão aos outros e a mim.
E, espero que com tudo o que expressei acima você não tenha ficado ofendido. Se o tiver ofendido, me perdoe. E, espero, que se um dia viermos a nos conhecer, que possamos sentarmos a uma mesa e conversarmosm e talvez até nos lembrarmos desse debate.
E desejo que a Paz desse nosso Deus maravilhoso esteja contigo e seja o árbitro nesse nosso debate. E, um abração a você, também!!! Aném!
agosto 24th, 2008 em 4:01 am
Marcelo Medeiros disse: “Pergunto: isto seria possível caso quisesse impor minha visão? Confiante na tua capacidade reflexiva deixo a vc a resposta deste questionamento.”
Bom, Marcelo Medeiros resolvi responder essa nesse meu outro comentário: Bom, claro que não seria possível. E também não seria possível esse nosso debate se eu ou você impuséssemos as nossas visões.
agosto 25th, 2008 em 11:37 am
CAro irmão em Cristo, me perdoe pela displicente leitura de tua resposta.
1) não vejo nenhuma possibilidade de um lugar desta terra composto de crentes, salvo se ouvesse a possibilidade da fé ser transmitida via DNA. Uma ilha onde todos são salvos (é uma utopia), seria necessário um exemplo bíblico para que pudesse crer em tal possibilidade. Ao fazeres tal conjectura, te esquecestes de que a fé não é de todos (II Ts 3. 2); e que nem todos obedecem ao Evangelho.
2)A respeito de paraíso celestial, ou terreno amado irmão. Usei estas como sinônimas, visto que no contexto da discussão (e pretes atenção ao, detalhe) ambas são tentativas humanas que instituir uma versão religiosa (porém humana) do reino de Deus, aqui na terra. TAMBÉM TENHO ]RAZÕES HISTÓRICAS PARA NÃO CRER EM TAL HIPÓTESE.
EXCETO NO NOVO CÉU E NA NOVA TERRA, É CLARO.
3) Carlos, acaso vc é advogado, ou promotor público? Caso seja cabe aqui um esclarecimento, Não sou ninguém para acusar a A, ou a B. Apenas dou a minha opnião. Sei que as pessoas cometem erros históricos, sem se perceberem, e por isso entendo que não cabe a mim o mérito de julgá-las. Use a sua atenção e perceba que em ponto algum da postagem (AO MENOS DE FORMA DIRETA)acusei ÀLGUÉM.
4)Caso vc não seja ligado à area jurídica, meu amado, lembro a vc a máxima de que contra fatos não há argumentos. As pessoas das quais falei, que embora não sejam como vc que respeita a opnião alheia, mas que possuem pensamento análogo ao teu, existem, e tentam impor a mim, seus pensamentos, e sua forma de vida sim. Pior, quando peço que me mostrem base bíblica para sua visão, me apresentam textos sem contextos; argumentam que isto ou aquilo é modismo (vamos definir o que é modismo, segundo o dicionario?), e qerem, porque querem me convencer que meu entendimento está errado. ISTO É FATO!!!!!
Se a Bíblia não proíbe de freqüentar a praia, ou piscina de trajes de banho, de pegar sol, porquê tenho de me submeter às proibições absurdas de mentes tão doentias.
MAIS UM FATO. O testemunho pessoal destas é horroroso em outras áreas, tipo a moral. MAUS PAGADORES, DESONESTOS, ADÚLTEROS ETC…. Mas ao veR destas, o errado sou eu. ISTO É FATO!!!!
TAL COMO É FATO QUE NAS ESCRITURAS ESTÁ ESCRITO QUE NÃO DEVEMOS JULGAR PELA APARÊNCIA, MAS SEGUNDO A RETA JUSTIÇA.
5) VEJO EM TUA POSTAGEM QUE GOSTAS DE DISCUSSÕES SEMÂNTICAS. Como não sou profissional da área lingüística, as deixo para um momentro que tiver um dicionário à mão. Todavia espero que você entenda a diferença entre ir às praias de Saquarema, por exemplo, e achar que as mesmas são um paraíso, só porque nestas tenho a liberdade, ou porque as mesmas lindas, e instituir uma comunidade em uma ilha, e ditar as leis da mesma, ionclusive as referentes à trajes de banho. ENTENDEU QUAL É O FOCO DA QUESTÃO???????????
6)A respeito de muito crente junto não prestar; chamo a tua atenção para os dsicípulos de Cristo, lindo né cada um querendo ser maior do que o outro; assentar-se à direita, ou à esquerda do trono no reino de sei lá o que; um jurando fifelidade até a morte, e negando de forma absurda; etc… Isto é o que acontece quando a comunidade não é regida pelos valores descritos em At 2. 42 - 47; 4. 32, 34; 9. 31.
Mas tem mais, quando isto que vimos acima acontece, o que sucede? Perseguição e dispersão, e depois proclamação seguida de crescimento da palavra de Deus. Caso contrário vira uma versão de monastério, sim. Numa versão diferente, mas com a mesma essência.
7) Só espero um dia em que essa mentalidade de que ir a praia com roupas é contra-senso seja definitivamente eliminada da cabeça das pessoas e de que achar algo estranho, espantoso ou perplexo que se caminhe ou corra com calça social e blazer seja realmente eliminado da cabeça das pessoas, e que todos entendam que o fazer caminhada e correr de calça social e o ir a praia e a piscina de roupa é algo absolutamente normal e nem um pouco anormal.
a) orar na praia de roupa é normal. eu já fui à praia da barra de vestes sociais, tomar sol e banhar-se é que é contra-senso. Note como o artigo mostra nossa miss provetá.
b)caminhar (fazer, exercício físico, traspirar de vestes sociais?); dispenso comentários!!!
c)pessoas respeitando o pensamento alheio, embora Dantesco, é plenamente possível (é isto que está ocorrendo aqui, entre nós). Pensarem da mesma forma, duvido!!!! Nem entre os apóstolos vi algo assim.
9) elogio a tua imaginação. não pensei em Paraíso aquático, nunca vi um; nem em galático, mas você, meu irmão, quanta imaginação!!!!
10)Sobre a diferença entre os monastérios e outros tipos de proposta de isolamento, de crentes (cujo o chamado consiste em ser sal e luz [Mt. 5. 13 - 16; Fp 2. 14, 15] neste mundo), a essência é a mesma, o desejo construir para si um local, que ao ver destes é santo.
Minha resposta foi breve em razão da necessidade de voltar às atividades laborativas.
Que a paz de Deus seja o árbitro neste nosso debate. UM abraço!!!!!
agosto 25th, 2008 em 11:40 am
Se toda vestimenta tem sua origem histórica, e neste ponto, ao que parece houve concordÂNCIA entre nós, não faz sentido chamar o short de modismo. Visto que nossa claça também o é (ou foi).
agosto 25th, 2008 em 7:18 pm
Caro Irmão Marcelo Medeiros,, vejo que nossa discussão têm sido bem produtiva, e só irei tecer alguns comentários sobre o que você disse:
Você disse: “não vejo nenhuma possibilidade de um lugar desta terra composto de crentes, salvo se ouvesse a possibilidade da fé ser transmitida via DNA. Uma ilha onde todos são salvos (é uma utopia), seria necessário um exemplo bíblico para que pudesse crer em tal possibilidade. Ao fazeres tal conjectura, te esquecestes de que a fé não é de todos (II Ts 3. 2); e que nem todos obedecem ao Evangelho. “
Bom. Quanto ao que dissestes acima, eu tão somente dei um exemplo, uma suposição de um suposto País que pudesse ser assim, só formado de pessoas cristãs, pois ao contrário do que pensas, ao fazer tal suposição não foi o meu objetivo, com isto, declarar que todos obedecerão ao Evangelho ou que a fé de todos, pois não ignoro que nem todos darão ouvidos a mensagem do Evangelho. Mas, só foi uma suposição e nada mais que isso, e não quis dizer com tal coisa que seja possível.
Marcelo Medeiros disse: “A respeito de paraíso celestial, ou terreno amado irmão. Usei estas como sinônimas, visto que no contexto da discussão (e pretes atenção ao, detalhe) ambas são tentativas humanas que instituir uma versão religiosa (porém humana) do reino de Deus, aqui na terra. TAMBÉM TENHO ]RAZÕES HISTÓRICAS PARA NÃO CRER EM TAL HIPÓTESE.
EXCETO NO NOVO CÉU E NA NOVA TERRA, É CLARO. “
Bom. Quanto a ter usado o paraíso celestial ou terreno como sinõnimas, valeu pela explicação, pois assim fica-se explicado tal coisa, e não me delongarei sobre tal coisa.
Marcelo Medeiros disse: “Carlos, acaso vc é advogado, ou promotor público? Caso seja cabe aqui um esclarecimento, Não sou ninguém para acusar a A, ou a B. Apenas dou a minha opnião. Sei que as pessoas cometem erros históricos, sem se perceberem, e por isso entendo que não cabe a mim o mérito de julgá-las. Use a sua atenção e perceba que em ponto algum da postagem (AO MENOS DE FORMA DIRETA)acusei ÀLGUÉM.”
Bom, Marcelo Medeiros, não sou nem advogado e nem promotor público. E nem estudei para tal coisa.
Marcelo Medeiros disse: “Caso vc não seja ligado à area jurídica, meu amado, lembro a vc a máxima de que contra fatos não há argumentos. As pessoas das quais falei, que embora não sejam como vc que respeita a opnião alheia, mas que possuem pensamento análogo ao teu, existem, e tentam impor a mim, seus pensamentos, e sua forma de vida sim. Pior, quando peço que me mostrem base bíblica para sua visão, me apresentam textos sem contextos; argumentam que isto ou aquilo é modismo (vamos definir o que é modismo, segundo o dicionario?), e qerem, porque querem me convencer que meu entendimento está errado. ISTO É FATO!!!!!”
Bom, Marcelo Medeiros, se há pessoas que pensam igual a mim, mas agem da forma como você descreve, eu só posso lamentar muito que tais pessoas agem com imposição, pois este não é o caminho. Mas, este não é o meu caso, e ainda que possamos pensarmos diferentes, devemos respeitarmos a opinião alheia. E, não me delongarei mais quanto a comentar sobre isto.
Marcelo Medeiros disse: “Se a Bíblia não proíbe de freqüentar a praia, ou piscina de trajes de banho, de pegar sol, porquê tenho de me submeter às proibições absurdas de mentes tão doentias.
MAIS UM FATO. O testemunho pessoal destas é horroroso em outras áreas, tipo a moral. MAUS PAGADORES, DESONESTOS, ADÚLTEROS ETC…. Mas ao veR destas, o errado sou eu. ISTO É FATO!!!!
TAL COMO É FATO QUE NAS ESCRITURAS ESTÁ ESCRITO QUE NÃO DEVEMOS JULGAR PELA APARÊNCIA, MAS SEGUNDO A RETA JUSTIÇA.”
Bom, Marcelo Medeiros a Bíblia não proíbe o que você disse, e também não proíbe também as pessoas de irem de calça as praias e piscinas. Agora, Marcelo Medeiros, só quero fazer uma ressalva importante ao que tu disses: Não convém generalizar as coisas, pois até mesmo no meio de pessoas que quanto a costumes permitem usos de trajes de banho têm também um testemunho pessoal horroroso quanto a moral, e disso nós já estamos cansados de ver, pois você há de concordar comigo, que roupa não significa santidade ou uma vida santificada. Da mesma forma que quem vive sob esses costumes rígidos da tal ilha pode ter mau testemunho pessoal, principalmente quanto a moral, também quem vive sob costumes bem liberais quanto a vestimentas, pode também dar um testemunho pessoal horroroso.
Marcelo Medeiros disse: “VEJO EM TUA POSTAGEM QUE GOSTAS DE DISCUSSÕES SEMÂNTICAS. Como não sou profissional da área lingüística, as deixo para um momentro que tiver um dicionário à mão. Todavia espero que você entenda a diferença entre ir às praias de Saquarema, por exemplo, e achar que as mesmas são um paraíso, só porque nestas tenho a liberdade, ou porque as mesmas lindas, e instituir uma comunidade em uma ilha, e ditar as leis da mesma, ionclusive as referentes à trajes de banho. ENTENDEU QUAL É O FOCO DA QUESTÃO???????????”
Bom, Marcelo Medeiros, não vou negar que você me fez rir um pouco agora. E quero aqui te deixar claro que também não sou profissional da área lingüística, mas é sempre bom saber um pouco das diferenças das palavras da língua a qual falamos, que é o português. E, quanto a esta questão de trajes de banho, de roupas, caro Marcelo Medeiros, têm muito mais a ver com costumes e com a Cultura,.
Marcelo Medeiros disse: “orar na praia de roupa é normal. eu já fui à praia da barra de vestes sociais, tomar sol e banhar-se é que é contra-senso. Note como o artigo mostra nossa miss provetá.
b)caminhar (fazer, exercício físico, traspirar de vestes sociais?); dispenso comentários!!!
c)pessoas respeitando o pensamento alheio, embora Dantesco, é plenamente possível (é isto que está ocorrendo aqui, entre nós). Pensarem da mesma forma, duvido!!!! Nem entre os apóstolos vi algo assim.”
Bom, Marcelo Medeiros, quanto a ir a praia de roupas sociais para banhar-se depende muito da cultura de cada sociedade ou grupo. Você pode achar isso um contra-senso, pois segundo os seus valores culturais isso é um contra-senso, e outro, de uma outra cultura, pode achar o seu jeito de banhar-se um contra-senso, e dentro de um mesmo País pode até haver valores culturais diferentes Por exemplo, se você for a uma certa região da África, você vai até achar estranho aquelas pessoas banharem na praia ou no mar com aquelas roupas longas, grandes e com aquele sol quente. E me refiro a um outro tipo de roupa a qual nós ocidentais não estamos nenhum pouco acostumados. E tenho a plena certeza de que nem mesmo os Apóstolos não pensavam sempre iguais, pois cada cabeça é uma sentença. E, eu não gostaria nenhum pouco de viver num mundo aonde todos pensassem iguais, pois aí, eu diria uma coisa e todos concordariam, e que proveito haveria em querer discutir um assunto sendo que todos concordariam e pensariam igualmente? Eu mesmo respondo: Nenhum.
Marcelo Medeiros disse: “elogio a tua imaginação. não pensei em Paraíso aquático, nunca vi um; nem em galático, mas você, meu irmão, quanta imaginação!!!!”
Bom, Marcelo Medeiros, se você me conhecesse você saberia o quão imaginativo eu sou. Aqui você está lendo meu comentário, mas se você pegasse um caderno meu, com minhas estórias imaginativas, você nem conseguiria ler, pois minha letra não é nada boa. E também sou imaginativo de tanto ler livros de aventura e de tantas outras coisas. Mas, sei separar o que é fantasia e imaginação do que é real, realidade.
Marcelo Medeiros, disse: “Minha resposta foi breve em razão da necessidade de voltar às atividades laborativas.”
Bom, Marcelo Medeiros, nós todos temos a nossa vida fora da internet, e não podemos ficar fora da vida real e tão somente no computador. E, quanto ao que não comentei do seu comentário, é que não vi nenhuma necessidade de tecer mais algum comentário.
Bom. E antes de terminar esse meu comentário, você disse em seu comentário seguinte a este: “Se toda vestimenta tem sua origem histórica, e neste ponto, ao que parece houve concordÂNCIA entre nós, não faz sentido chamar o short de modismo. Visto que nossa claça também o é (ou foi). “
Bom. Tens razão, e nesse ponto temos total concordância.
E desejo que a Paz desse nosso Deus maravilhoso esteja contigo e seja o árbitro nesse nosso debate. E, um abração a você, também!!! Aném!
agosto 27th, 2008 em 4:31 pm
CARLOS, ESTOU VIRANDO TEU FÃ!!!!!
A despeito de ainda achar que é contra-senso tomar banho de roupas; como é comparecer ao tribulnal, ou à Igreja (leia-se templo) de vestes íntimas.
Sobre as diferenças entre as palavras cabe um breve comentário. Você deve saber que louvar é definido pelo dicionário de nossa lígua portuguesa como: Elogiar, gabar, profereir encômios em honra a. Ao passo que cantar é: emitir um trecho musical com a voz; recitar um poema de forma cadenciada.
NÃO TENHO O DICIONÁRIO À MÃO, MAS ME INTERESSO PELA DISCUSSÃO.
Me explique então por que na maioria das nossas igrejas as pessoas têm o hábito de chamar o grupo musical, que canta cânticos congregacionais, de grupo de louvor - ministério de cântico não ficaria melhor. Mas tem mais, a irmã recebe oportunidade para cantar e diz: “vou louvar um hino”. Não é Deus quem deveria de ser louvado? Ao meu ver irmão Carlos, esta é uma situação drástica, porque o neologismo, a despeito de ser justificável do ponto de vista lingüístico, é um bestirol teológico. Mas graças a Deus, por nós termos este cuidaddo.
Só mais uma coisa, você tem vocação para o direito e para a filosofia, e tenho aparato profisional para dizer isto.
E meus elogios a tua imaginaçaõ foram sinceros!!!
UM ABRAÇO, MEU QUERIDO IRMÃO, E A PAZ.
agosto 27th, 2008 em 10:41 pm
Bom, Marcelo Medeiros, quem sou eu para você virar meu fã ou ser meu fã? Sou apenas um homem como você: falho, cheio de erros e que necessita da misericórdia de Deus. Portanto, quem sou eu para que tu possas ser meu fã?
E quanto a ir a um tribunal ou a um templo de roupa íntima, não é só um contra-senso, mas também falta de ética e decência e de respeito.
Bom. Marcelo Medeiros, você disse: “Me explique então por que na maioria das nossas igrejas as pessoas têm o hábito de chamar o grupo musical, que canta cânticos congregacionais, de grupo de louvor - ministério de cântico não ficaria melhor. Mas tem mais, a irmã recebe oportunidade para cantar e diz: “vou louvar um hino”. Não é Deus quem deveria de ser louvado? Ao meu ver irmão Carlos, esta é uma situação drástica, porque o neologismo, a despeito de ser justificável do ponto de vista lingüístico, é um bestirol teológico. Mas graças a Deus, por nós termos este cuidaddo.”
Quanto a esta questão que tu levantas acima de chamar um grupo musical que canta cantos congregacionais de grupo de louvor, não sei o porquê. E quanto a ministério de cântico com certeza ficaria bem melhor. E com certeza é Deus quem deve ser louvado, pois é Deus quem é digno de louvor.
Marcelo Medeiros, disse: “Só mais uma coisa, você tem vocação para o direito e para a filosofia, e tenho aparato profisional para dizer isto.”
Bom, Marcelo Medeiros, vou até pensar na possibilidade de fazer Direito, e aliás não quero ficar sem fazer nada. E, nesse nosso País necessita e muito de bons advogados que tenham compromisso com Deus, e portanto, se for da vontade de Deus, eu possa até fazer direito. E muito obrigado por isso que tu dissestes.
Marcelo Medeiros, disse: “E meus elogios a tua imaginaçaõ foram sinceros!!!”
Obrigado, Marcelo Medeiros pelos teus elogios a minha imaginação.
E, um abraço também para você, meu Irmão em Cristo. E que a Paz desse nosso maravilhoso Deus esteja contigo.
agosto 28th, 2008 em 4:28 pm
Este negócio de virar fã é uma expressão. Faltaram-me as palavras para expressar a afnidade que foi brotando entre nós a cada diálogo.
Daí, este homem cujas falhas abrangem as referentes à língua portuguesa, bem como os vocábulos apropriados para se expressar da forma correta, usar o termo: ESTOU VIRANDO TEU FÃ!!!!!
um abraço para você, meu Irmão em Cristo. E que a Paz do Senhor esteja contigo.
agosto 28th, 2008 em 6:26 pm
Caro, Marcelo Medeiros, não seja meu Fã, pois eu não sou deus, mas sou apenas um homem como tu, e sujeito às mesmas paixões que tu.
Não seja meu fã, pois isto é idolatria, é estar me adorando, e somente a Deus devemos adorar.
Tu podes argumentar: “É apenas forma de expressão”.
Não importa se é ou não, pois vai continuar sendo como se tivesse me pondo como se eu fosse teu deus, e eu não sou nenhum deus, pois só há um Deus, que é o Deus vivo e verdadeiro, que é o único de quem devemos sermos Fãs, ou seja, adoradores.
Portanto, eu proíbo terminantemente e por decreto irrevogável o qual não se pode revogar jamais que alguém se diga meu Fã. Não aceito Fã Clubes
Se quiseres ser meu amigo tudo bem, mas ser meu fã jamais.
E, um abraço também para você, meu Irmão em Cristo. E que a Paz desse nosso maravilhoso Deus esteja contigo.
setembro 1st, 2008 em 2:46 pm
Não sou, e nem serei teu fã no sentido da tietagem mundana, irmão amado. Não tenho por costume adorar ídolos. Sejam elesconcretos, sejam simbólicos. Até minha admiração por pregadores e outros homens de Deus é dosada pelo reconhecimento da fragilidade destes.
EU SEI QUE A PALAVRA DE DEUS NOS PROÍBE DE ADORAR ÍDOLOS, ANJOS E ATÉ OS HOMENS. NÃO SE PREOCUPE, NÃO SOU, NEM SEREI TEU ADORADOR, IRMÃO.
Como disse no post anterior, É APENAS UMA EXPRESSÃO.
Entenda que não podia escrever: “estou virando teu irmão”; por que, até que se prove o contrário, já o somos antes de começar este diálogo. Para todos os efeitos entendi a sua mensagem e espero que você tenha o mesmo grau de compreensão para com a expressão que utilizei no sentido simbólico.
SEJAMOS AMIGOS E IRMÃOS EM CRISTO JESUS. AMÉM.
É APENAS UMA EXPRESSÃO QUE INDICA ADMIRAÇÃO!!!! SEM ESTA DE FÃ!!!!
setembro 1st, 2008 em 2:48 pm
UM ABRAÇO EM CRISTO, CARO IRMÃO!!!!
setembro 1st, 2008 em 5:37 pm
Caro Marcelo Medeiros eu não quero ter fã algum, e não aceito, sob forma alguma que alguém se diga meu Fã.
Tu argumentastes que é apenas forma de expressão. E, conheço muito bem este tipo de argumento de que é apenas forma de expressão.
Pois bem, serei agora bem direto: Tu dizes que é forma de expressão. Pois bem, forma de expressão nada mais é do que o sentido literal das coisas e ponto final. E, argumento mais uma vez: Quando se diz ser fã meu, tu podes até dizer que não e no sentido de tietagem, mas seja ou não no sentido de tietagem mundana, dizer ser fã é e continuará sendo idolatria, tu gostes ou não. E, ao dizer que é meu fã, seja no sentido de forma de expressão ou no sentido de tietagem mundana ou em qualquer outro sentido que queira vai continuar sendo idolatria, e você estará me colocando como um ídolo, sim. Portanto, mais uma vez reafirmo: seja em forma de expressão, seja como tietagem mundana ou seja em qualquer outro sentido ser fã é sim idolatria e colocar alguém como ídolo, e é pecado.
Espero ter sido bem claro.
setembro 1st, 2008 em 7:17 pm
RETIRO O QUE DISSE A VOSSO RESPEITO!!!TÁ BOM ASSIM??!!! Mas não sem discordar de vossa pessoa.
Nem toda forma de expressão é literal. Existe um texto nos Salmos que diz que Deus montou em um Querubim e voou. Voou para onde? Não consigo imaginar um ser Onipresente se deslocando de um lugar para o outro.
Também não copnsigo imaginar Deus com asas. Mas o Salmo 91 diz: “Ele te cobrirá com suas penas e sob as tuas asas estarás seguro”. O NOME DISTO É FORMA DE EXPRESSÃO!!!!! o que o Salmista busca com esta é expressar a segurança de quem está no abrigo do Esconderijo do Altíssimo. Outra forma de expressão é estas: “à sombra do Onopotente descansará”. Deus tem sombra? Pela sua sombra poderíamos chegar a conclusão de sua semelhança? Não caro amigo, a sombra é uma força de expressão usada pelo salmista para trazer a idéia de conforto e de descanso experimentada por quem está no Esconderijo do Altíssimo.
O NOME DISTO É FORÇA DE ESPRESSÃO.
TEM MAIS.
Quantos deuses existem? Só um? Reposta certa!!!! Está em Dt 6. 4. Mas nos Salmos está escrito: “Vós sois deuses, e todos vós filhos do Altíssimo”. Pergunta: é literal, ou forma de expressão?
Sinto muito ter de discordar do irmão. Não sou idólatra. Nunca fui, e nunca serei. Adoro unica e somente a Deus.
Mas se o irmão insite em não entender, que seja assim!!!! Retiro o que disse.
Mas recomendo a leitura do livro dinâmica de fé a fim de que possas ver que a idolatria tem um sentido muito mais amplo do que a mera “Adoração” por pessoas.
Também pode abranger o culto à personalidade que vemos em nosso meio. Pregadores e mais pregadores que são vistos como super-crentes. Pastores que são endeusados. Cantores que cobram caro para cantar em festividade e, a fim de justioficar tal prática argumentam que o sucesso deles enche a Igreja, isto sim é idolatria. Espero que compreendas q nada disto houve entre mim e ti.
EsperO que não fiques ressentido de minha discordância em relação a tal expressão.
Espero que tua compreensão semântica permaneça em nosso diálogo. Afinal de contas, a adoração também é definida em nossos dicionários como: “Amor extremado”. em ponto algum de nossa conversa afirmei que estava sentindo isto por você. Até porque a Palavra de Deus diz: “Amarás ao Senhor de Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e com todas as tuas forças”.
SE ISTO ACALAM O TEU CORAÇÃO ENTÃO, PEEEGAAAA!!!:
TÚ NÃO ÉS MEU DEUS!!!
ÉS ALGUÉM POR QUEM ESTAVA COMEÇANDO A SENTIR AFINIDADES, E SÓ!!!
NÃO CONSTRUÍ NENHUM TIPO DE ALTAR EM VOSSA HONRA!!
E NAO PEDIREI QUE INTERCEDAS A DEUS PELA CURA DE MEUS FILHINHOS, CASO OS MESMOS VENHAM A ADOECER!!!!
LOGO, NÃO TE IDOLATRO!!!!
O NOME disto é lógica. Mas a depeito da discordância, a admiração que foi sendo cosntruída permanece. Mas comecei a ficar seriamente preocupado convosco.
CIUDADO AO TAXAR ALGUÉM COMO IDÓLATRA. A PARTE DESTES, SEGUNDA A PALAVRA DE DEUS É O LAGO DE FOGO E ENXOFRE, A SABER A SEGUNDA MORTE.
Mas retornando às discussões do campo da semântica, eu entendi o que você quis dizer. O termo, ou a expressão fã, o deixa incomodado. Eu sinto o mesmo quando empregam a expressão: “estou apaixonado por Jesus”. Não acho que este termo seja adequado para expressar o amor que nos levas amar nosso Senjor Jesus Cristo. Mas gostaria que me explicasses o por quê de tua rejeição face à expressão que tem alongado nosso debate. Logo quando você sugeriu que eu fosse um idólatra, você estava empregando uma força de expressão, ao invés de falar literalmente.
Que Deus te abençoe, estimado Carlos. Você tem o nome e a teimosia de um amigo que me é mais chagado do que um irmão. Se ele não fosse tecnofóbico, acharia que estou falando com ele. É com muito pesar que encerro este nosso debate por hoje,mas as atividades laborativas e as conjugais me chamam. Vou me algar com minha oliveira e com minha videira. Entendes a forma de expressão??
UM FORTE ABRAÇO!!!!!!!
setembro 3rd, 2008 em 10:58 am
A PAZ DO SENHOR, IRMÃO!!!!!!!!!!!!!!
setembro 3rd, 2008 em 11:06 am
EStive pesquisando o sentido da palavra fã. No léxico do nosso idioma, este é um dos primeiros vocábulos que começam com a letra F. De acordo com o Dicionário da Língua portuguesa - neste caso, o Aurélio - esta é a abreviação da fanático.
Logo, ser fã de alguém é o mesmo que ser fanático por uma pessoa. Para surpresa minha, quando fui pesquisar o sentido do termo fanático; descobri que é o mesmo que ter zêlo execessivo, por uma causa, ou princípio.
Assim, buscando o sentido literal das coisas, ser fã de quem quer que seja, corresponde a: ter zelo por esta ou aquela pessoa, inclua-se aqui o próprio Deus.
Em relação a pessoa de Deus, podemos ser seus fãs, visto que a palavra nos orienta: “por isto, dediquem-se com zelo a amar o Senhor o seu Deus” (Js 23. 11 NVI). Mas, em se tratando de zêlo pelos demais irmãos, não há nada que nos impeça de cultivarmos admiração e cuidado mútuo.
QUE DEUS NOS ABENÇÕE CADA VEZ MAIS!!!!!
setembro 5th, 2008 em 7:02 pm
Bicho, ai, esse papo rendeu ein!!!!!
setembro 28th, 2008 em 10:44 pm
Carlos, por favor não me respooonda, tá?:)
Perdão pela redundância, mas eu não me contive em dizer o quanto se percebe que vc é prolixo, repetitivo, cansativo, enfadonho e ao pé da letra! Pra não dizer neurótico, senão ofende rsssss
Caramba… que salada nesses seus “embasamentos bíblicos”, heim?
Haja paciência e principalmente muuuita leitura dinâmica!
Cuidado para que tanta regra, tanta norma, tanta arbitrariedade… não anulem em você o mais importante, como acontecia com os fariseus.
Meu conselho é simples: seja LEVE!
Sob pena de seus escritos virarem mera piada.
E, por favor… eu repito: ñ me responda, pois eu garanto ñ ler nem um terço da metade.
E só porque não vale a pena.
Ah… e virei FÃ desse seu paciente interlocutor, SÓ QUE no lugar dele, eu já teria dado uns bons puxões de orelha nessa sua meninice.
Com todo respeito aos meninos, cronologicamente falando.
setembro 29th, 2008 em 3:02 pm
Mui cara Regina Farias, tentei falar com o nosso amado “irmão” em Cristo com o máximo de paciência possível, afinal, vi potencial nele, e entendo que as diferenças e esquisitices precisam ser respeitadas.
Confesso que estive as raias de perder a peciência com a querela que ele me arrumou por causa da expressão “Virar teu fã”. Mas o Senhor nosso Deus nos deus graça e me assistiu em cada post.
Me faz um favor, me deixa ser teu fã também?
Um abraço, ADOREI TEU modo de escrever!!!!
setembro 29th, 2008 em 6:05 pm
Meu caro Marcelo:
Que legal, ganhei um fã!
Isso é o que eu considero um grande avanço.:)
Ah… e obrigada pelo apreço ao meu estilo literário. Creio ter lhe passado que esse meu modo de escrever também expressa meu modo de ser.
Teria que ser, né?
Até porque se assim não fosse, seria pura falácia que nada diz aos nossos corações.
Meu carinho, em Cristo!
R.
setembro 30th, 2008 em 5:24 pm
Deus te abençoe.
Quanto ao nosso sumido irmão, desde que refutei o post no qual o mesmo insinuou que eu fosse idólatra, desapareceu. Espero ter seguido as recommendações de Paulo a Timóteo, sobre a paciência q precisamos ter para convencer o contradizentes.
Um fraterno abraço em Cristo!!!!
setembro 30th, 2008 em 7:22 pm
Oi, amigo

Graça e Paz!
Que bom ele não ter voltado… ainda.
E é bom que demore, pois
daqui pra lá quem sabe eu aprenda mais sobre ter paciência com quem acha que o céu é de “crente”.
Já pensou se o simples rótulo fosse mesmo o ticket de entrada?!
Ah, meu irmão, sem querer “teologar”… no céu haverá muitas surpresas!
Abs…
R.
P.S.: dá uma espiada no meu blog e comenta
setembro 30th, 2008 em 7:27 pm
Qual é o endereço?
outubro 1st, 2008 em 7:46 am
Clica no meu nome…
(ué… cadê todo mundo? rsss)
outubro 3rd, 2008 em 2:48 am
Bom, estive um tempo longe desse debate, pois para mim já tinha encerrado.
Mas, como hoje vi um certo comentário da Regina Farias, terei que coment
Regina Farias disse: “Carlos, por favor não me respooonda, tá?:)”
Resposta: Bom, Regina Farias, me atrevo a te responder.
Agora vamos ao que interessa.
Você, Regina Farias, disse: “Perdão pela redundância, mas eu não me contive em dizer o quanto se percebe que vc é prolixo, repetitivo, cansativo, enfadonho e ao pé da letra! Pra não dizer neurótico, senão ofende rsssss
Caramba… que salada nesses seus “embasamentos bíblicos”, heim?”
Refutação: Vamos com calma, Regina Farias. Bom, Regina Farias, já que me classificastes com os adjetivos de “prolixo”, “repetitivo”, “cansativo”, “enfadonho” e neurótico”, lhe faço uma simples e importante pergunta: você gostaria que eu ou algum outro te classificasse com os mesmos adjetivos com que tu me classificas? Ou tu não gostarias? Me responda por favor essas perguntas acima;
Bom, Regina Farias, você me disse: “Haja paciência e principalmente muuuita leitura dinâmica!
Cuidado para que tanta regra, tanta norma, tanta arbitrariedade… não anulem em você o mais importante, como acontecia com os fariseus.
Meu conselho é simples: seja LEVE!”
Refutação: Bom, Regina Farias cuidado para você mesma não estar incorrendo no mesmo erro que me acusa de estar cometendo. Lembre-se do que Jesus disse sobre ver o argueiro no olho do teu irmão e não tirar a trave que está no teu olho. Não a estou acusando disso. Mas tome cuidado. E, por que em vez de ter gastado todas essas linhas só para me escrever estas coisas, por que não pegou tudo o que escrevi e não tentou contra-argumentar? Seria, na minha opinião muito mais construtivo e edificante. E, também te dou o mesmo conselho que você me deu: Seja LEVE!
Bom, Regina Farias, você me disse: “Sob pena de seus escritos virarem mera piada.”
Refutação: Bom, Regina Farias, cuidado para que não sejam os seus escirtos que venham a virarem mera piada.
Você, Regina Farias, disse: “E, por favor… eu repito: ñ me responda, pois eu garanto ñ ler nem um terço da metade.
E só porque não vale a pena.”
Refutação: Bom, Regina Farias, eu bem que poderia não lhe responder, pois isso gastaria ficar um bom tempo aqui teclando para responder todo o seu discurso. E, tu leias ou não, me respondas ou não, já lhe tenho respondido.
Você, Regina Farias, disse o seguinte: “ SÓ QUE no lugar dele, eu já teria dado uns bons puxões de orelha nessa sua meninice.”
Resposta: Bom, Regina Farias, já que tu dizes que estou com meninices e mereço uns bons puxões de orelhas, te faço um desafio: apresente provas concretas de que estou com meninice. E, se tu apresentares, te dou de bom grado, autorização especial para tu puxares, quantas vezes quiser, minhas orelhas. Combinado?
E, lamento de informar, Regina Farias, já estou de vota. E concordo contigo, quanto ao que dissestes, que lá no céu teremos muitas surpresas.
E, espero que tenha sido muito bem educado para contigo. E que Deus te abençoe.
outubro 3rd, 2008 em 2:54 am
UM acréscimo ao meu post anterior>
Bom, Regina Farias, apresente provas de que nos meus embasamentos bíblicos tenho feito uma salada. Espero uma resposta da sua parte. Isto é, se você decidir me responder.
E, uma pequena correção: aonde está escrito: “terei que coment” o certo é: “terei que comentar”.
E, ao caro Marcelo Medeiros, digo eu: foi ótimo o nosso debate, e rendeu muito o assunto.
outubro 3rd, 2008 em 3:07 am
Bom, Marcelo Medeiros, deixo te dizer umas coisas:
Em primeiro lugar te agradeço por ter largado de ser meu Fã. Dou graças a Deus por isso, pois muito me incomodava esse negócio de Fã.
E, portanto desde quando você se declarou não ser meu fã, não havia mais motivos para ficarmos prolongando o debate por mais tempo.
E, aliás, nesse meio de tempo tive um outro debate longom que me desgastou todas as minhas energias.
Mas, é impressão minha, ou estou enganado de que você está querendo se passar por vencedor do Debate perante a Regina Farias? Me responda essa pergunta para me tirar minha dúvida.
outubro 3rd, 2008 em 3:01 pm
Hã?! Onde?! Como?!
Edificante? Construtivo?
Vencedor!? Debate!?
Caramba… que viagem!!!
Como é mesmo o nome dessa droga? (risos)
Fala sério, debate pra gastar todas as energias… tow forinha!!!
Ah! E pare de correr atrás do vento, seja LEVE.
Abs…
RF
outubro 3rd, 2008 em 3:14 pm
Bom, Regina Farias, quando a questão de se passar por vencedor de debate é uma pergunta que eu fiz ao Marcelo Medeiros, e gostaria que ele me respondesse, só para que ele me tire uma dúvida, pois me pareceu que ele estava querendo se passar por vencedor do debate perante ti. E, portanto, para que essa impressão seja tirada, estou esperando a resposta dele. Ficou bem claro? Espero que sim.
E, quanto ao debate para gastar todas as energias, foi um outro debate na internet que tive em outro lugar, e não aqui. Ficou bem claro, agora? Espero que tenha ficado.
E você, também seja LEVE, e pare de ficar correndo atrás do vento.
outubro 3rd, 2008 em 4:32 pm
Carlos leia com muita atenção oque vou escrever.
1) Você não possui fac argumentação que apresentei nenhuma base lógca, ou bíblica para insinuar que ao me declarar teu fã estava pratcando idolatria.
Não se trata de ser vencedor, ou perderdor,mas de encarar com maturidade os fatos.
2) Realmente lamentei a sua ausência em razão de estar “gostando” do nosso diálogo. Apesar de achar vc meio rígido (nunca escondi minhas divergências de opinião com vc), achei que nossa convrsa estava ficando produtiva.
3) Me perdoe pela ausência de coragem, mas quanto à sua ecrita, a Regina tem lá as suas razões. Seus textos sõ muito longos. Ao lê-los corre-se o risco d ñ captar a argumentação central. Vc poderia copiar e colar as idéias dos teus interlocutores de forma mais sintética, entede?
Q Deus te abençoe, e sem neuras, sou fã da Regina. Se idolatrias, tá bom!!??
Abrcs, a paz
outubro 3rd, 2008 em 4:35 pm
Leia com calma a postagem do dia 1º de Set e procue se exercitar refutando a mesma. Ao Contrário da Regina, vou ler,e quem sabe vc não cresce espiritualmente?
outubro 3rd, 2008 em 5:26 pm
Uma nota sobre os teus textos.
por exemplo, ao invés de digitar linha por linha, e letra por letra do que falo, tente usar o recurso CTRL+C/ CTRL+V, para pegar as idéias centrais, e refutar
Sobre como usar o CTRL+C/ CTRL+V, vale um exemplo a título de ilustração.
“quando a questão de se passar por vencedor de debate é uma pergunta que eu fiz ao Marcelo Medeiros, e gostaria que ele me respondesse, só para que ele me tire uma dúvida, pois me pareceu que ele estava querendo se passar por vencedor do debate perante ti”.
Não carlos, eu apenas afirmei que: “desde que refutei o post no qual o mesmo insinuou que eu fosse idólatra, desapareceu”. E isto é fato vc desapareceu mesmo! Tudo bem estavas em outro debate, e imagino q tennhas saído vencedor!!!!
Sobre ser vencedor no debate, apenas reconheça que vc não possui “nenhuma base lógca, ou bíblica para insinuar que ao me declarar teu fã estava pratcando idolatria”. Caso vc não esteja disposta a tal ato de nobreza, sem problemas, meu papel é argumentar e contrargumentar os contradizentes. Sugiro que vc “leia com calma a postagem do dia 1º de Set e procue se exercitar refutando a mesma”.
Sobre tirar a trave do olho, vc corrigiu a regina na postagem, com as seguintes palavras: “E, uma pequena correção: aonde está escrito: “terei que coment” o certo é: “terei que comentar”.
MAS,
O que queres dizer com o enunciado: “Bom, Marcelo Medeiros, deixo te dizer umas coisas”. O que vc está querendo falar, que vai deixar de me dizer algumas coisas, ou que vai me dizer? Já sei, na pressa de digitar, vc não percebeu que estava teclando nas letras erradas, e na leitura Que fizestes, (visto que és cuidadoso com a língua portuguesa), o texto estava certo em tua mente. Isto acontece com muitos escritores.
Há também a hipótese de vc falar assim, e refletir na sua escrita a tua fala, seja com for tire a trave do teu olho (o mau emprego do pronome), e depois sopre o cisco que se encontra nas vistas da Regina (a falta desta, ou daquela letra no texto).
Vc propõe a Regina que leia e refute os pontos de tua postagem, eu te proponho o mesmo. Se vc reparar minha última postagem, tu verás que o que escrevi, não foi mera capitulação diante de tua argumentação, mas uma chamada à razão a fim de visses que ao dizer que estava me tornando teu fã, não estava necessariamente t idolatrando. Mas tu não percebestes.
Por fim t proponho q estudes; q abras a tua mente e veja com horizontes maiores do que os teus. É muito não pode isto, não pode aquilo, vc pode (ainda que sem se perceber disto), estar se tornando um fariseu.
SOU TEU FÃ, ÀS AVESSAS, MAS TEU FÃ, E NAÕ ADIANTE ME PROIBIR, POIS TODAS AS COISAS ME SÃO LÍCITAS …. (I Co 10. 22, 23)
FOI PARA A LIBERDADE QUE CRISTO ME LIBERTOU (Gl 5. 1), portanto não me deixarei ser escravizado por regras do tipo: “não seja meu fã, não diga isto, eu t proíbo …”.
pelo amor de Deus Carlos aonde vc leu q fã é o mesmo idolatrar a pessoa? Não, mil vezes não, não concordo com vc!!!!!
este é um exemplo de como usar os argumentos adversários, sem ser prolixo.
Abraço e boa tarde!!!!
outubro 3rd, 2008 em 5:34 pm
Bom. Marcelo Medeiros, no post de número 31 desta série, se você ler bem eu estava agradecendo a ti por ter deixado de ser meu fã. Portanto, essa questão de Fã, para mim já estava encerrada. E, não havia mais o por que mais ser tratada ou comentada novamente.
E, quanto a questão de ser vencendor ou não do debate, não sei se você leu ou não o post numerado de número 31, mas no tal post mas lhe digo que o que fiz foi uma pergunta, para tirar uma impressão minha, pois me havia parecido que você estava querendo se passar por vencedor do debate. E, se você tiver lido bem, qeverá ter visto que a tal pergunta que fiz a ti, foi tão somente para tirar minha dúvida.
Mas, te agradeço pela sua resposta ao dizer o seguinte: “Não se trata de ser vencedor, ou perderdor,mas de encarar com maturidade os fatos”, pois isto acaba de me tirar minha duvida.
E, concordo contigo quando você diz que a Regina têm lá suas razões. E bem que gostaria que ela apresentasse as razões dela, para que eu pudesse entender melhor.
E quanto a forma mais sintética, poderia me explicar bem melhor e me ensinar de forma melhor como fazer isso, Marcelo Medeiros?
E que Deus te abençoe grandemente. E que a Paz seja contigo.
outubro 3rd, 2008 em 5:41 pm
E, quanto a questão de ser vencendor ou não do debate, não sei se você leu ou não o post numerado de número 31, mas no tal post mas lhe digo que o que fiz foi uma pergunta, para tirar uma impressão minha, pois me havia parecido que você estava querendo se passar por vencedor do debate.
Em qual ponto especificamente meu irmão? O único fato é que lhe refutei quanto à acusação de idolatria. E diga-se de passagem senti cheiro de farisaísmo puro na tua fala. Ah!! é força de expressão!!!!
Tá entendido o que é ser sintétito (de sítese)?
outubro 3rd, 2008 em 5:44 pm
Bom, Marcelo Medeiros, você foi muito apressado a escrever o que escreveu acima do meu último postm pois nem me deu tempo de dizer o que eu disse no meu último post.
Bom, Marcelo Medeiros, se tu insistires nesta história de se declarar meu Fã, com muita justiça poderei dizer que tu estás me idolatrando. Portanto, ou você desiste de querer ser meu fã, já que se declaras não ser idólatra. E, ao se declarar não ser meu fã estará comprovando por suas atitudes, e não só por palavras, que não é idólatra.
Mas, se caso insistir ser meu fã, queira ou não queira, estará sendo idólatra, e com justiça o poderei classificar como tal. Tu queiras ou não queiras.
E, espero que ao ler este meu post, tu proves não se idólatra, declarando não ser meu fã.
outubro 3rd, 2008 em 5:44 pm
Onde se lê: Tá entendido o que é ser sintétito (de sítese)?
Leia-se: Tá entendido o que é ser sintético (de síntese)?
O MINISTÉRIO DA INTELIGÊNCIA E DA SABEDORIA ADVERTE, FAZ BEM À CABEÇA.
outubro 3rd, 2008 em 5:55 pm
“Bom, Marcelo Medeiros, se tu insistires nesta história de se declarar meu Fã, com muita justiça poderei dizer que tu estás me idolatrando”.
Resta apenas saber caro Carlos, de qual justiça tu estás falando. Da de Cristo, ou da que provém do esforço humano?
Outra Questão a ser considerada, é que o fato de eu afirmar que sou teu fã, ou de quem quer que seja, é pouca materialidade, para me acusar de idólatra. A menos que possuas os atributos da onisciência, é claro HE, he, he, he, he……
Sou Fã da Regina, do Daniel, e do René e não sou idólatra, mau caro. Se liga, irmão !!!!!
outubro 3rd, 2008 em 5:57 pm
Mais uma pergunta vc se chama Carlos Henrique?
outubro 3rd, 2008 em 6:01 pm
Bom, Marcelo Medeiros, você foi muito apressado a escrever o que escreveu (redundância????)
acima do meu último postm pois nem me deu tempo de dizer o que eu disse (redundância????)
no meu último post.
rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs
outubro 3rd, 2008 em 6:04 pm
Bom, Marcelo Medeiros, me chamo Carlos Henrique Xavier.
E quanto eu te digo que com justiça poderei dizer que você está me idolatrando ao se declarar meu fã, eu o digo com base no fato de eu mesmo declarar que ao se considerar meu fã é idolatria, é o mesmo que me idolatrar.
Portanto, se eu estou dizendo que qualquer um que se declare meu fã está sendo idólatra, está me adorando, e que não quero fãs ou fãs clubes, e a pessoa insiste nessa questão, posso com justiça considerar tal ato como sendo de idolatria, já que eu declaro que tal atitude diante da minha pessoa é idolatria.
Está esclarecido a questão agora, Marcelo Medeiros?
outubro 3rd, 2008 em 6:22 pm
Caro Carlos Henrique Xavier, sinto ter de lhe informar que vc não possui base alguma, além de sua arbitrariedade para dizer que quando digo: “sou teu fã”, estou te idolatrando.
Porque se dizer fã da Regina, do René, do Daniel, e de quem quer que seja, é comum e de vc é pecado.
Ao que me conste não existe erro algum em admirar uma pessoa e externar a admiração por ela.
A respeito desta pergunta: Está esclarecida a questão agora, Marcelo Medeiros?
1) acrescente o da Silva (apesar de ser um nome muito comum).
2)Não, não há resposta alguma em tua suposta argumentação, apenas falta de paciência para ler e me refutar.
3)Se vc não quer admiradores, existem outras maneiras de dizer. é tão somente por esta razão que prolongo este embate. Mas por favor, não agridas as pessoas, pois foi assim que me senti em face de tua postagem do dia 01/09/2008
Um abraço!!!!
outubro 3rd, 2008 em 6:24 pm
Regina, amei o teu blog, e os textos q vi por lá. Aguardo orientações tuas para poder postar meus comentários po lá.
outubro 3rd, 2008 em 6:25 pm
Até amanhã para todos, se Deus permitir, é claro!!!!
outubro 3rd, 2008 em 6:35 pm
Bom, caro Marcelo Medeiros, tu és muito teimoso pelo visto.
Por acaso, se fosse proclamada uma lei dizendo que é proibido você ser fã do Presidente da República com uma longa pena você ainda assim se declararia fã do Presidente da República?
Oras, Marcelo Medeiros, se a Regina, o Daniel, o Renê te aceitam como Fã, o problema é deles, e não meu.
Mas, o problema em questão é quanto você se declara meu fã. Aí, Marcelo Medeiros, não posso, sob forma alguma ser omisso na questão, sob perigo de estar sendo cúmplice teu, e estar aceitando ser idolatrado por ti, E, portanto, não estou sendo arbitrário, pois creio que é idolatria esse negócio de fã, e não posso aceitar tal coisa.
E, portanto, se insistes em se declarar meu fã, mesmo que não se considere idólatra, incorrendo em pecado, pois estará insistindo numa coisa que tenho recusado a tempos, e com isto provocando uma querela.
E, será que terei que te levar a justiça, para que tu pares de ficar dizendo ser meu fã? Espero que não precise, pois não quero ter que te enfrentar num tribunal.
Espero ter sido bem contundente desta vez sobre tal assunto, e que termine por aqui essa questão.
outubro 3rd, 2008 em 6:38 pm
Só uma pequena correção: aonde se lê: “incorrendo em pecado” o certo é “estará incorrendo em pecado”.
outubro 3rd, 2008 em 7:09 pm
Carlos,
Em primeiro lugar eu gostaria de me desculpar e corrigir um erro meu, já que quem tem embasamento bíblico não faz salada.
Digo isso porque vc é tão “ao pé da letra” no sentido mais literal possível que certamente não sacou a idéia das aspas em “embasamentos bíblicos”.(post22)
Mas tudo bem, como estou com uma folguinha esses dias, estou exercitando a minha paciência por aqui tb rssss.
Como eu prometi, não li nem a terça parte da metade, pois além da minha leitura dinâmica posta em prática a todo vapor, vc mesmo facilita com essa sua característica redundante.
E quanto a esse papo de ser fã, relaxe… pois ainda bem que a língua (idioma)é dinâmica e nos permite usar essa expressão - FÃ -hoje em dia, como simples admirador e não como anteriormente, um fanático (ou um admirador exaltado).
E quem não acompanha isso, corre o risco de se escandalizar com outras palavras tão usuais hoje em dia como por exemplo a palavra COITADO, que em tempos antigos era um grande palavrão (palavra torpe) já que originado de COITO. Inclusive tem uma similar muito usada hj em dia (começa com F… rssss) que de tão usada, logo, logo vai deixar de ser palavrão.
E aí? Se ligou?
Pois é isso!
Acabei me tornando tua fã… ops…! admiradora, pelo simples fato de, apesar de tudo, conseguir rir disso tudo e sentir uma grande compaixão dentro do meu coração pela sua pessoa que espero um dia chegue ao conhecimento da verdade e nela descanse.
Meu carinho,
Naquele que encontra no centurião uma fé nunca vista nos presunçosos “filhos do Reino”.
RF.
outubro 3rd, 2008 em 7:23 pm
Marcelo
Obrigada, fico feliz pois, sinceramente, eu busco honrar o Pai com esse dom que Ele me deu, para abençoar outras pessoas.
Fique à vontade para se expressar como lhe apraz.
bj
RF.
outubro 3rd, 2008 em 11:12 pm
Bom, Regina Farias, assim como já disse para o Marcelo Medeiros, o digo, agora, para você.
Não seja minha fã. E tu queiras ou não queiras, ao se dizer minha fã, tu estás cometendo idolatria. Ser fã é idolatria, sim, e ponto final.
E, já conheço bem esse discurso de que a língua é dinâmica e mais blá blá blá. E, portanto, esse discurso de que a língua é dinâmica não me convence nenhum pouco, e não passa de um argumento frágil, e de mais um tipo de argumento para querer justificar todo tipo de coisa. E, não quero ter que agora ficar debatendo sobre isso também.
E, Regina Farias, tu não podes ser ao mesmo tempo minha admiradora e minha fã. Ou uma coisa ou outra. Ser admiradora minha, tudo bem, mas fã não aceito nem neste século e nem nunca, mas me oponho totalmente a isso.
outubro 3rd, 2008 em 11:19 pm
Bom. Um recado para o Marcelo Medeiros e para a Regina Farias.
Vocês dois defendem a tese de que ser fã não é idolatria.
E, eu defendo a tese de que é idolatria. E não mudo nenhum centímetro essa minha tese.
Conclusão: nunca haverá acordo entre eu e vós sobre tal questão, pois há um abismo intransponível entre eu e vós quanto a esta questão. Portanto, é bom que reconheçam. Mesmo que fiquemos discutindo sobre essa questão dia após dia nunca chegaremos a um acordo, pois nunca iremos concordar.
A única coisa que peço encarecidamente para ambos, para darmos um fim a toda essa discussão sobre fã, é o seguinte: que nenhum dos dois diga ser meu fã, mas que ambos digam que não são meu fã.
No amor de Cristo, Carlos Henrique Xavier.
outubro 4th, 2008 em 10:24 am
“Quando eu era menino, falava como menino, pensava como menino; quando cheguei a ser homem, desisti das coisas próprias de menino.”
RF:)
outubro 4th, 2008 em 6:20 pm
Para a Regina Farias e para o Marcelo Medeiros.
Bom, Gostaria agora que vocês me suportassem um pouco na minha loucura.
Vós sois grandes! Vos sois entendidos! Vós sois adultos no conhecimento! Oxalá, vós o fôsseis!
Mas, nisto que vou vos dizer vós não sois nenhum pouco adultos!
Quando vós dizeis eu sou fã desse, ou eu sou fã daquele outro, ou eu sou fã de fulano de tal, por acaso não estais ainda na vossa meninice? Esse, aquele outro, fulano de tal, ou quem mais seja não são todos seres humanos como vós? Não são todos tão falho como vós o sois? Não precisam, assim como vós, da misericórdia de Deus?
Mas, destes vós dizeis que sois fãs. Então, cresçais. Deixai essa vossa meninice. Pois quando dizeis que sois fãs desse, ou daquele outro, ou de fulano de tal, vós ainda provais que estais no jardim da infância, e que ainda necessitais de crescerdes.
E que a Paz de Cristo abunde soberanamente em vossos corações, e que logo saiais dessa meninice de querer ser fã de alguém.
outubro 4th, 2008 em 9:20 pm
Carlos vamos ponto a ponto em nossa conversa.
1) Marcelo Medeiros, tu és muito teimoso pelo visto.
Por acaso, se fosse proclamada uma lei dizendo que é proibido você ser fã do Presidente da República com uma longa pena você ainda assim se declararia fã do Presidente da República?
Lembre-se que pedro e João se arriscaram a serem novamente presos quando diesseram importa antes obedecer a Deus do que aos homens (At 5. 29).
Daniel também desobedeceu ao edito do rei e invocou ao seu Deus. Sabe porquê? porque Aquele que está em Cristo, é livre destas mazelas de lei disto, lei daquilo, regra daquilo outro etcc…..
Se a lei da homofobia for aprovada vc concordará em realizar cerimônias de casamento entre pessoas do mesmo sexo?
2) tu és muito teimoso pelo visto
A vida me ensinou a ser mt persitente em meus objetivos. O meu neste conversa é:
a) mostrar para vc que ainda que t sintas incomodado quando alguém se diz teu fã, isto é um problema seu a ser resolvido entre ti e Deus, e que eu não posso pagar o pato por tuas neuras.
b) Existem outras formas de dizer que não aceita que as pessoas se declarem teus fãs.
c) Seja sábio e entenda que:
“E quanto a esse papo de ser fã, relaxe… pois ainda bem que a língua (idioma)é dinâmica e nos permite usar essa expressão - FÃ -hoje em dia, como simples admirador e não como anteriormente, um fanático (ou um admirador exaltado).
E quem não acompanha isso, corre o risco de se escandalizar com outras palavras tão usuais hoje em dia como por exemplo a palavra COITADO, que em tempos antigos era um grande palavrão (palavra torpe) já que originado de COITO. Inclusive tem uma similar muito usada hj em dia (começa com F… rssss) que de tão usada, logo, logo vai deixar de ser palavrão.
E aí? Se ligou?”
3) AGORA Carlos Henrique Xavier, ou Henrique1977, se preferir, vc alega conhecer o discurso de que a língua é dinâmica, ao que pergunto: Conheces mesmo? Vc sabia que é uma tese com ampla aceitação na comunidade acadêmica? Se o conheces onde estão os teus argumentos contrários a tese em apreço.
4) Prove biblicamente que nós somos meninos, pelo simples fato de nos declararmos fãs uns dos outros.
Eu e a Regina temos uma preocupação com vossa pessoa. Se 1977 for o ano do seu nascimento, me pergunto como pode uma pessoa tão nova ter uma mente tão fechada à palavra e à razão.
Abrcs
outubro 4th, 2008 em 9:44 pm
Sou fã da Regina, mas não sou idólatra.
1)Porque não tenho nenhuma imagem da pessoa em apreço.
2)Porque não me prostro diante dela para adorá-la.
3) Porque não possuo em minha casa nenhum tipo de altar com o nome, ou com o que quer que seja da pessoa.
4) Porque querendo vc ou não é apenas uma forma de dizer que tenho prazer em conversar com a pessoa, em ler seus textos e que tenho empatia pelas suas idéias.
5) Embora não queiras admitir, formas de expressão existem. Elas são empregadas quando a linguagem formal não pode expressar o que as pessoas querem dizer umas às outras.
Mais uma coisa este papo de dizer que nós somos entendidos, e depois afirmar que somos meninos apenas mostra a tua ausência de consistência bíblica para debater.
É o típico perfil de líderes autocratas, que não possuem a mínima qualificação para ensinar, admoestar, aconselhar o rebanho de Deus e impõem ao povo um jugo que não ousam sequer tocar com o dedo.
Pelo que vi vc não possui a mínima qualificação para um debate. Vences os teus interlocutores na teimosia e na persistência. Veremos quem será mais teimoso.
Abraço meu caro
outubro 5th, 2008 em 12:17 am
Bom, Marcelo Medeiros, jamais te desrespeiei ou agi com falta de educação te dizendo que você têm neuras. Mas tu agistes dessa forma.
Sinto muito, Marcelo Medeiros, mas jamais poderei aceitar que tu se digas meu fã. Jamais. E isso não é neura, mas é princípio que eu tenho. E, se tu insistires nessa questão de se dizer meu fã, não me restará outra alternativa a não ser levar-te a julgamento, e não penses que não o farei.
E, quanto ao exemplo due citei que se fosse proclamada tal lei, o citei para que tu largasses mão de querer ser meu fã;
Conhece a noiva que fica querendo casar com um rapaz, sendo que ele não quer casar com ela? Assim estás sendo tu.
Eu não quero que tu sejas meu fã, mas tu insistes na questão> Por acaso, com i8sto, não estás agindo como uma criança?
Oh! Marcelo Medeiros, assim tu ages como uma criança.
E, Marcelo, quanto aos acadêmicos, só tenho a dizer o seguinte: o que eles digam ou deixem de dizerem para mim não têm valor algum.
E, quanto a ser mente fechada, penses o que quiser.
E ser fã queiras ou não é idolatria.
E quanto a esse discurso de que a língua é dinâmica só digo o seguinte: muito em breve muitas inovações e modismos serão aceitos pelos defensores desse tipo de argumentação e tudo porque declaram que a língua é dinâmica.
Mas, já que teimas nesse negócio de ser fã, lhe dirijo essa minha última palavra: a partir de agora te considerarei como um gentio e publicano, e não mais como irmão em Cristo.
E se esqueça de mim. Sinto muito, mas se esqueça de mim.
outubro 5th, 2008 em 1:34 am
Bomn. Marcelo Medeiros nem iria falar mais, mas é só para te explicar uma coisa: quando falei que são entendidos, grandes, e adultos no conhecimento, o falei com ironia, ironicamente, os ironizando.
Mas, como disse no meu último post: esqueça de mim. Esqueça que eu existo.
outubro 5th, 2008 em 10:40 pm
Bom, Marcelo Medeiros, sei que nesses dois últimos posts fui muito mal contigo. Não fui coerente com a fé cristã.
Te disse que te consideraria como publicano e gentio, que era para você me esquecer, que não eramos mais irmãos em Cristo. Não fui nenhum pouco brando contigo, e nem agi com brandura e com educação.
Fiquei magoado contigo, com ódio e rancor de ti, e bem sei que isso não é bom, não é correto, e nem é cristão.
Mas, quero agora me reconciliar contigo, e te peço como irmão em Cristo que me perdoe. E, eu também te perdoo.
No amor de Cristo, Carlos Henrique Xavier.
outubro 6th, 2008 em 10:13 am
Marcelo:
Veja que Jesus, em seus dias missionários, escandalizou os presunçosos “filhos do reino” com as suas parábolas colocando gentios, publicanos e samaritanos como exemplos de fé e de amor ao próximo e ainda nos apresentando até um certo publicano (coletor de impostos) como apóstolo!
Sem deixar de lembrar a incrível conversão do também PUBLICANO, e diga-se de passagem, um tremendo mala, o Zaqueu!
Por isso, eu fico em paz quanto a ser classificada como gentia ou publicana, até porque esses rótulos de gentio e publicano, foram anulados na Cruz!!!
Tais separações e preconceitos ferrenhos eram barreiras colocadas equivocadamente pelos pseudo-escolhidos, MAS anuladas pela eterna aliança do Amor, da Graça, do Perdão e da Misericórdia de um PAI que não faz nenhuma distinção e deseja que nos reconciliemos com o próximo e com nós mesmos, para chegarmos a Ele… POR MEIO do sangue do Cordeiro.
Por isso, ainda nos dias de hoje, aqueles que não entenderam o sacrifício eterno e suficiente da Cruz ainda se escandalizam quando é um publicano que volta “justificado” pra sua casa.(Lucas 18:10.14)
E paradoxalmente concluem suas colocações com chavões do tipo “No Amor de Cristo”.
Abs…
outubro 6th, 2008 em 11:47 am
Regina
Mt Obrigado por tuas palavras De vida. Elas são o q entendo como a essência do Evangelho.
SOU TEU FÃ, independente do quanto os fracos na fé se escandalizem POIS TODAS AS COISAS ME SÃO LÍCITAS …. (I Co 10. 22, 23). para os puros todas as coisas são puras, somente os impuros q vêem ikmpureza nisto ou naquilo, visto q a própria mente deestes está contaminada (Tt 1. 15)
E ….
FOI PARA A LIBERDADE QUE CRISTO ME LIBERTOU (Gl 5. 1), portanto não me deixarei ser escravizado por regras do tipo: “não seja meu fã, não diga isto, eu t proíbo …”.
outubro 6th, 2008 em 11:58 am
Carlos se persisto neste debate contigo, é tão somente por pura preocupação. Cuidado que se vc reparar bem, irá notar nas postagens anteriores, meu irmão.
Só mais uma coisa, tu tens opinião formada, todos nós temos, mas como qualquer ser comum, também precisas fundamentar as tuas crenças. E quando vc diz: “ser fã queiras ou não é idolatria”, apenas te peço uma razão que fundamente tal afirmação.
Mais, uma coisa, e te digo isto no amor de Cristo, o Nosso Senhor, se te incomoda a expressão q gerou este novo debate, apenas fale q nós estamos dispostos a lhe respeitar. Mas entenda que existem formas de se dizer. E Ainda em Cristo, cuidado para não transformar seus gostos pessoais em Regras, normas.
O Que come não julgue o que não come, e vice-versa (Rm 14. 4 - 6).
Quanto ao perdão, quem sou eu, o principal dos pecadores, alcançado pela graça de Cristo, para negar-te o predão, e o meu amor sincero em Cristo o nosso Senhor?
Deus te abençõe!!!!
Abrcs.
outubro 6th, 2008 em 12:08 pm
Há uma canção do Pr Asaph Borba que tem sido motivos de minhas reflexões e vôos teológicos. A letra dela diz assim:
Aliança do Senhor, eu tenho com você, não existem mais barreiras em meu ser,
Eu sou livre p’ra te amar, p’ra te aceitar,
e para te pedir, perdoa meu irmão,
eu sou um com você no amor do Nosso Pai,
Somos um no amor de jesus.
eu sou um com você no amor do Nosso Pai,
Somos um no amor de jesus.
É disto que o Evangelho fala: de liberdade para a livreaceitação das diferenças; do amor de Deus que mais dom que uma estória, se transforma em nosso cotidiano em fonte inspiradora para nossos relacionamentos uns para com os outros.
Não importa o quanto sejamos diferentes. Uns ansiando por uma vida centrada em costumes mais rígidos, outros por maior liberdade. Se não somos um, se não nos aceitamos livremente, não somos libertos de fato.
Regina, além do amor, que é nossa dívida mútua, me deves uma explicação sobre como postar os comentários no teu blog. Posso colocar meu e-mail aqui e vc me envia as diretrizes?
Carlos, pelo amor de Cristo reveja teus conceitos (I Co 11. 28; II Co 13. 5).
Q Deus abençoe a todos, no amor de Cristo.
outubro 6th, 2008 em 1:17 pm
Marcelo
Eu te respondi, sim:)
Disse para vc ficar à vontade e comentar como quiser.
Quanto a colocar teu e-mail aqui, acho uma certa exposição, não achas? Mas decida:)
abs…
RF
outubro 6th, 2008 em 11:17 pm
Valeu!!!!!
Valeu o toque
Abrcs
outubro 7th, 2008 em 2:07 am
Bom, Marcelo Medeiros, um debate têm um começo, e têm um meio e têm um fim. Um debate que fica sendo interminável, deixa de ser um dabate e passa a ser não mais um debate, mas um campo de guerra.
E, não é bom ficar com um debate sem ter um fim.
E, chega-se um momento, em que se o debate ainda não terminou já se começa as brigas e rixas que nada produzem. E, debates que acabaram pendendo para ataques pessoais já vi muitos pela internet afora. E, portantom não quero ficar aqui debatendo interminavelmente
Bom. E, quero agora dizer uma coisa acerca de se escandalizar, e de escândalos: Convém lembrar que Jesus disse sobre escândalos que era mister que viriam os escândalos, mais aí daquele por quem viesse os escândalos. E, ainda disse: Aí daquele que escandalizar a um destes pequeninos.
E, quanto a fã, que tu teimas em querer colocar como sendo bom, como não sendo idolatria, é consensual em toda a Sociedade que ser fã de alguém é ter esse alguém como seu ídolo, ainda que tu queiras dar outro significado para a palavra fã, fã quer dizer fanático, ter alguém como seu ídolo.
Portanto, caro Marcelo Medeiros, quando você me dizes ser meu fã, ainda que tu queiras dar outro significado, um significado que melhor lhe justifique sua postura, ao dizer-se meu fã, tu me pôes, sim, como ídolo, e estás a praticar seja consciente ou inconscientemente idolatria.
Agora, o que vou dizer é para a Regina Farias:
Bom Regina Farias, hoje qualquer coisa é preconceito, discriminação. Ambas essas palavras se tornaram hoje tão banalizadas que qualquer coisa é preconceito. É muito fácil e simples só porque alguém discorda, vir com esse discurso de preconceito, de discriminação, pois qaundo se restam argumentos, o que se resta é essas palavras de efeito, tais como: preconceito, discrimina, racismo. Bem interessante.
Bom, eu bem que poderia usar d