Um papo sobre a Bíblia [2] - origens
agosto 19th, 2008 por René Vasconcelos
Se você não leu o primeiro capítulo, clique aqui.
Antes de continuarmos nossas discussões sobre a literalidade da Bíblia, se ela é inerrante ou se é passível de erros, é válido conversarmos um pouco sobre sua origem. De onde vem esse livro que guardamos empoeirado na estante ou amarelando sobre a mesa, aberta no Salmo 91? Como foi compilado, como foi copiado até os dias de hoje, quais os fatores que pesaram na escolha dos livros que o compõem e, principalmente, ele foi adulterado para cegar a fé cristã? Vamos começar.
***O Antigo Testamento***
O Antigo Testamento como nós conhecemos se origina do Tanakh, a Bíblia dos judeus. Ela é composta pelos mesmos textos do nosso Antigo Testamento, mas em posições geralmente diferentes. O Tanakh é composto por diversos livros provindos da tradição hebraica. Muitos desses livros não foram escritos na mesma época em que os fatos descritos aconteceram; provém de uma tradição oral, de histórias que passaram de geração em geração e foram transformados em escritas. Por exemplo: Gênesis é uma compilação de histórias já existentes na tradição hebraica, que Moisés teve o trabalho de ajuntá-las, organizá-las e montá-las, originando Gênesis como nós conhecemos.
Já livros como Samuel e Reis foram escritos de maneira mais atualizada, pela já existência de escribas no reino, que redigiram as histórias de Israel desde os Juízes e os pensamentos de seus reis e profetas.
Mas esses livros não foram criados já grudados uns nos outros; eles eram livros avulsos. Foi com a Grande Assembléia, ou a Grande Sinagoga, assembléia composta por 72 escribas e profetas, que os livros foram “canonizados”, ou seja, que foram escolhidos os livros que fariam parte de um conjunto sagrado. Essa canonização não foi um processo rápido; estima-se que o Tanakh foi compilado entre 400AC até 200AC, num processo de eleição e escolha pelos livros que se adequavam ao Torah e que eram úteis à cultura e à religião hebraica. Essa assembléia teve origem com o fim dos profetas e durou por cerca de duas gerações, até a era rabínica. Para efeito de curiosidade, vale lembrar que o Tanakh é até hoje dividido em três partes:
- Torah: os cinco livros de Moisés (Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronomio).
- Nevi’im: são os livros que cobrem, de maneira cronológica, a entrada na Terra Santa até antes do cativeiro babilônico, excluindo Crônicas. Composto por 8 livros, lembrando que I e II Reis e I e II Samuel são um livro só e os profetas menores estão todos em um só livro (Josué, Juízes, Samuel, Reis, Isaías, Jeremias, Ezequiel, Os doze profetas).
- Ketuvim: São livros de poesias, cânticos e sabedoria. Formado por 11 livros (Salmos, Provérbios, Jó, Cantares, Rute, Lamentações, Eclesiastes, Ester, Daniel, Esdras/Neemias, Crônicas).
***Septuaginta***
Segundo a tradição, 70 rabinos judeus de Alexandria traduziram o Tanakh para o grego, para Biblioteca de Alexandria. O trabalho foi terminado por volta de 150 AC e incluia livros que não faziam parte do Tanakh, os chamados livros deuterocanônicos, ou seja, livros apócrifos como Tobias, Macabeus, Judite, Sabedoria e Baruque.
***O Novo Testamento***
Vale lembrar que o Novo Testamento, assim como o Antigo, é composto por livros avulsos que foram escritos, muitas vezes, décadas depois do fato descrito por eles. Por exemplo, o evangelho escrito mais próximo da vida de Cristo data de cerca de 70DC. Até 50DC a tradição acerca do cristianismo era apenas oral. Porém dessa época, até 150DC, começaram a circular inúmeros documentos com histórias sobre Jesus, esinamentos, cartas, enfim… inúmeros documentos surgiam creditados aos apóstolos, mas de falsa autoria, além de textos originais adulterados.
A canonização, ao contrário do que muitos pensam não foi um processo instantâneo, onde um grupo de pessoas fizeram uma decisão e pronto; esse processo demorou séculos para ser consumado. Cada igreja usava um texto diferente e haviam muitos usando até mesmo textos gnósticos. Com o surgimento de tantos ensinamentos diferentes, se fazia necessária a sistematização do ensino cristão. Marcion de Sinop, bispo da Ásia Menor, foi o primeiro a dar criar um cânon, uma compilação de textos. Porém ele desprezou totalmente o Antigo Testamento a ponto de adulterar textos da vida de Jesus que o conectassem ao AT.
Desde Marcion, diversos outras tentativas de se formar um cânon foram promovidas. Passou pelo Muratorian, pelo Diatessaron, passou por Irineu e foi ficando cada vez mais parecido com o que nós conhecemos hoje, até chegar, em 331 DC, no tão conhecido Constantino, o Grande. Constantino conheceu o cristianismo através de sua mãe Helena e a fase de sua vida em ocorreu a sua conversão é incerta. Ele solicitou 50 bíblias a Eusébio de Cesaréia para a igreja em Alexandria. Eusébio compilou um texto composto por uma cópia da Septuaginta, os Evangelhos, algumas epístolas, carta aos Hebreus, Timóteo, Tito, Filemon e Apocalipse. Essa necessidade diante de Constantino gerou as primeiras “listas canônicas”, criando o Codex Vaticanus, um dos primeiros exemplos de Bíblia mais próximo com o que conhecemos hoje.
Constantino também convocou, em 325 DC, o Concílio de Nicéia, mas não com intuito de especular sobre o cânon; a grande questão era sobre doutrina, principalmente sobre a questão da relação Jesus-Deus. Ainda naquela época existiam igrejas que consideravam Jesus um profeta, outros um anjo, outros realmente Filho de Deus. Em 382 DC, Jerônimo traduziu a Septuaginta para latim e formou a Vulgata Latina, considerada como cânon oficial até o Concílio de Trento.
No Concílio de Trento, realizado em 1546, foi oficializado pela última vez a versão do cânon incluindo os livros deuterocanônicos. Esses livros estavam juntos à Vulgata, mas em uma seção chamada Apocripha. Neste concílio também foi condenado os princípios protestantes promovidos por Lutero. Foi neste ponto em que separaram as Bíblias e as doutrinas católicas das protestantes.
É bom lembrar que os concílios, assim como todos os grupos que fizeram parte dessa longa formação do cânon, tinham como base para aceitação dos livros: a autoridade do autor através da forma de escrever ou de passar uma idéia no texto; conteúdo que desmontrasse um real caráter divino, além de outros fatores. É interessante observar que, mesmo antes dos canôns, as igrejas cristãs usavam praticamente os mesmos livros para ensinamento. Demonstração de inspiração divina?
***Copistas e adulterações de texto***
Outro grande ponto de questionamento é sobre a autenticidade do texto canônico. Seria ele modificado ao bel prazer dos líderes religiosos para cegar os fiéis? Um texto adulterado por homens para manipular a sociedade? A história não nos permite tal hipótese. Como sabemos que o processo de canonização, ou escolha dos livros para formar a Bíblia, foi um processo lento, gradual e acontecia ao mesmo tempo em diversas partes do mundo, não há como pensar em uma mudança drástica dos textos por intuito dos líderes de manipular seus seguidores. Além disso, a Bíblia da forma que ela é hoje é o grande dedo apontado contra as igrejas tanto católica quanto evangélicas. Todos os erros cometidos por essas igrejas são fortemente combatidos na Bíblia. Porque então os líderes religiosos não removeram essas passagens bíblicas que condenam os erros eclesiásticos?
Algo que é possível e, por sua vez, devemos ficar atentos são pequenos erros não intencionais derivados de copistas. O Antigo Testamento passou por inúmeras mudanças de linguagens ao longo de milênios, o que deve ter deixado seus copistas enlouquecidos. Já o Novo Testamento passou por copistas amadores no princípio da igreja, que copiavam os textos voluntariamente conforme a necessidade das igrejas. Eram homens um pouco mais letrados que a maioria que tinham essa árdua tarefa. Só depois de algum tempo é que a igreja passou a separar e preparar homens especialmente para essa função, o que diminuiu bastante o perigo de alteração dos textos.
Existem também as alterações maldosas, muito comuns principalmente entre 50 e 150 AC. Eram gnósticos adulterando cartas paulinas, igrejas adulterando escritos para criar doutrina própria. Era tão comum que vemos muitos escritos dessa época finalizando com uma maldição contra quem adulterava os textos. Exemplo disso é o fim do livro de Apocalipse (Ap 22:18,19), no qual João amaldiçoa quem tentar adulterar o texto.
——–
O texto está grande… mas essa parte é muito necessária para começarmos definitivamente a conversar mais sobre a Bíblia.
***Fontes:***
Jewish Encyclopedia
Catholic Encyclopedia
The Septuagint - Joel Kalvesmaki
O que Jesus disse, o que Jesus não disse - Bart D. Ehrman
Postado em terça-feira, agosto 19th, 2008 at 9:56 am e salvo na categoria Estudos. Você pode obter quaisquer respostas do post através de RSS 2.0 RSS. Você pode deixar um comentário, ou rastreá-lo a partir do seu site.

agosto 19th, 2008 em 10:18 am
Caro René,
Gostaria apenas de fazer duas colocações sobre o artigo:
- acho que vc ficou na “coluna do meio” ao afirmar que Moisés juntou o livro de Genesis. Quer dizer: ele não escreveu, mas pelo menos compilou… Particularmente, fico com a opção de um Redator (que não sabemos quem foi) a colocar o Pentateuco em cima de Moisés - escrevendo ou compilando.
- o cânon judaico só foi realmente fechado em Jamnia, no século I d.C.
Agradeço a oportunidade que você nós dá para refletir sobre a Bíblia.
Abraços!
agosto 19th, 2008 em 10:36 am
Nani, é sempre bom ter você comentando aqui no blog. Essa corrente da redação anônima não é muito distante da compilação e comentários dos textos por parte de Moisés. Mas sim, é uma posição mais neutra, como você mesma disse.
Quanto ao concílio de Jamnia, eles já estavam com o Tanakh fechado. O considero mais como um ato de desaprovação dos deuteronocanônicos da septuaginta e das cartas e evangelhos que surgiram com a figura de Cristo. Por isso eu o deixei de lado.
Deus te abençoe!
agosto 19th, 2008 em 5:22 pm
Ah, muito bom! Tô gostando dessa reflexão. Eu tenho a minha própria opinião sobre a Biblia, mas é sempre bom aprendermos sobre isso.
Ps: gostei especialmente das fontes citadas. Lembra do meu e-mail?
agosto 20th, 2008 em 3:06 pm
A Paz do Senhor Jesus,
Irmão René, sou visitante assiduo do seu blog, pois você trata de forma rica as informações aqui postadas.
Eu li seu primeiro capítulo “Um papo sobre a Bíblia 1 - O que penso sobre ela” onde foi lançado sobre o ar uma dúvida sobre uma aparente “contradição” de textos na Bíblia citando Êxodo 20:13 e Êxodo 32:27, bem como 2 Samuel 24:9 e 1 Crônicas 21:5. Bom, eu quero dizer que não há contradições nesses texto.
Na verdade, não há nem mesmo um só erro no texto original da Bíblia que tenha sido demonstrado. O que há é dificuldades em entender e interpretar textos em nossas Bíblias. Assim, se você me permite, quero citar aqui esclarecimentos sobre as aparentes “contradições” nos citados textos acima. Vejamos:
I) ÊXODO 20:13 - Como pôde Deus dar o mandamento de não matar, se depois, em Êxodo 21:12, ele ordenou que os assassinos fossem mortos?
PROBLEMA: Nos Dez Mandamentos, Deus proíbe matar, ao dizer: “Não matarás”. Entretanto, em Êxodo 21:12 Ele ordenou que aquele que ferisse um outro homem, e este morresse, deveria também ser morto. Isto não é uma contradição, Deus ordenar que não matemos, e depois ordenar que matemos?
SOLUÇÃO: Uma grande confusão tem surgido por causa da incorreta tradução do sexto mandamento, que assim dá a entender o que de fato não foi comandado por Deus. A palavra hebraica usada na proibição deste mandamento não é a palavra usual para “matar” (harag). A palavra usada é o termo específico para “assassinar” (ratsach). Uma tradução mais adequada deste mandamento seria: “Não assassinarás”. Ora, Êxodo 21:12 não é um mandamento para que se assassine alguém, mas é um mandamento para se aplicar a pena capital no caso desse crime capital. Não há contradição alguma entre o mandamento que diz que as pessoas não devem cometer o crime do assassinato e o mandamento que diz que as autoridades estabelecidas devem executar a pena capital no caso desse tipo de crime.
II) 2 SAMUEL 24:9 - Por que é diferente o número de homens registrado em 2 Samuel 24:9 em relação a 1 Crônicas 21:5-6?
PROBLEMA: Quando Davi foi incitado a levantar o censo do povo de Israel e Judá, ele designou Joabe para essa tarefa. De acordo com o relato de 2 Samuel 24:9, o número de homens valorosos em Israel era 800.000 e em Judá, 500.000. Entretanto, de acordo com 1 Crônicas 21:5-6, o número de homens que puxavam da espada em Israel era 1.100.000 e em Judá, 470.000. Quais são os números corretos?
SOLUÇÃO: Esta discrepância decorre do fato de quem se incluía em cada relato. No registro de 2 Samuel, o número de homens valorosos que puxavam da espada era 800.000, mas este número não incluía o exército permanente de 288.000 descrito em 1 Crônicas 27:1-15, nem os 12.000 que tinham sido especificamente destacados para Jerusalém, referidos em 2 Crônicas 1:14. Incluindo-se estas parcelas, chega-se ao total de 1.100.000 homens valorosos, que constituíam o exército total de homens em Israel.
O número de 470.000 citado em 1 Crônicas 21 não incluía 30.000 homens do exército permanente de Judá mencionado em 2 Samuel 6:1. Isso é evidente pelo fato de que o autor de Crônicas menciona que Joabe não tinha completado a contagem dos homens de Judá (1 Cr 21:6). Assim, todos os números estão corretos, de acordo com os grupos que foram neles incluídos ou deles excluídos em cada relatório.
Deus abençoe a todos.
Bibliografia:
Pequena Encíclopedia Bíblica, Editora Vida
Bíblia Sagrada, Sociedade Bíblica do Brasil
Norman Geisler - Thomas Howe, MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e “Contradições” da Bíblia
agosto 20th, 2008 em 4:34 pm
Olá Gleison, a paz!
Fico feliz por sua assiduidade ao blog, fico lisonjeado.
Quanto às problemáticas levantadas no primeiro post, fique tranquilo; elas ainda serão comentadas a fundo, junto com outras questões.
De antemão, como visto que você busca por respostas e não se atém a ficar sem conhecer o assunto, o que é muito bom, aconselho a ter cuidado com as soluções fáceis para esse tema. Por exemplo, a palavra tirtsâch, usada em Ex 20:13, pode ser transliterada como assassinar ou simplesmente matar. A tradução ficou como “matar” porque durante todo o AT ela é usada de diferentes maneiras, as vezes até mesmo como morte de punição. Outrossim, quando Deus ordena o herem da cidade de Ai, Josué mata tanto os homens como as mulheres; as mulheres também foram punidas por assassinato? Por isso, essa questão não é textual e sim cultural. Nos próximos posts teremos um texto abrangente sobre essa questão.
Quanto às diferenças numéricas como esta citada, ou como os cegos ou o cego no caminho de Jesus, também serão estudados a fundo.
Portanto, acalme-se. Meu intuito não é levantar indagações sobre a legitimidade da Bíblia pois, como cristão, não tenho dúvidas quanto a isso. Meu intuito é levar as pessoas a pensar além dessas questões afim de poder responder a incrédulos quando indagados. Mas não com respostas fáceis e parciais como as de Thomas Howe ou as da convenção da CGADB, ainda não citadas aqui, e sim com uma visão robusta do que a Bíblia realmente significa.
Abraços.
agosto 21st, 2008 em 9:54 am
René (não gosto nada , nada de serconclusivo), mas concordo com você quando diz que no concílio de Jâmnia, os judeus já estavam com o Tanak fechada. Ao que dizem por aí as decisões deste concílio foram de retaliação à Septuaginta, visto que esta era a versão usada pelos cristãos para expor as Escrituras aos judeus e a partir das mesmas provarem que Jesus é o Cristo.
Mas é preciso que se faça justiça aos livros deuterocanônicos. Sem estes não temos como entender como doutrinas extenhas ao Velho Testamento aparecem no Novo. E(para não ser conclusivo), pergunto será que os erros que atribuem a estes livros para “invalidarem a inspiração dos mesmos, não são aplicáveis aos que consideramos inspirados?”
agosto 21st, 2008 em 10:14 am
René desconheço Thomas Howe, mas até o presente momento via Normam Geisler como uma autoridade no mínimo confiável. A fonte citada por nosso irmão é como o próprio nome diz, UM MANUAL POPULAR. Ela fornece uma segurança (ainda que falsa) a um crente que se vê abalado por questionamentos ainda mais sérios do que os que vossa excelência traz neste blog.
Mas sou obrigado a concordar com vc em um ponto. Precisamos responder às questões que o mundo nos propõe com mais do que com algo mais do que cálculos matemáticos e sutilezas semânticas. A todas estas respostas novas indagações podem ser feitas. Entre elas (e já fui questionado assim), o por quê de nenhum redator haver sido inspirado por Deus a fim de colocar as coisas em ordem, e assim tornar as acessíveis ao entendiento do homem moderno? É neste ponto que precisamos de uma ” robusta do que a Bíblia realmente significa”. Para tal concordo quando você afirma: “não com respostas fáceis e parciais como as de Thomas Howe ou as da convenção da CGADB”.
Só uma pergintinha, que não quer calar, o que especificamente vc tem contra as idéias (entendo que a questão não é e nem pode ser pessoal)de Thomas Howe, Normam Geisler e da CGADB?
agosto 21st, 2008 em 10:17 am
MAIS UMA PALAVRA, GOSTEI MUITO DO ESTUDO
VALEU RENÉ.
UM ABRAAAAAAAAAÇOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
agosto 21st, 2008 em 10:34 am
É que tenho uma máxima quanto ao estudo da Bíblia: respostas que não incitam a pensar mas, pelo contrário, que buscam apenas reduzir a amplitude da visão, apenas engessam a nossa fé, ao invés de fortalece-la.
O incitar a pensar fortalece nossa fé, torna nossa vida com Deus algo vivo e pulsante. Talvez algumas respostas até estejam corretas, mas é interessante instigar a chegar nelas (como estou tentando fazer aqui) e não somente exibi-las.
Abraço!
agosto 21st, 2008 em 1:58 pm
VALEU!!!!!!!!!
CARA!!!!! Discordãncias edúvidas à parte, SOU TEU FÃ!!!!
agosto 21st, 2008 em 1:59 pm
DÁ UMA OLHADINHA NO QUE POSTEI SOBRE COPIAR SERMÕES.
agosto 24th, 2008 em 9:26 pm
Apocalipse 28? Tem certeza, René?
agosto 25th, 2008 em 5:18 am
Opa! Erro de digitação! Desculpe, corrigido!
setembro 1st, 2008 em 12:01 pm
Gostaria de uma explicação para o ocorrido em:Dt 20:13,se não me engano.Não entendi muito bem pq Moisés matou algumas crianças,acredito que esse é um assunto polemico de se tratar,mas precisamos ao menos tentar entender,não que isso me faça perder a minha fé,mas como precisamos ser tementes a Deus,precisamos conhece-lo para teme-lo.Abraço